GUIA DE SERVIÇOS TRAZ INFORMAÇÕES SOBRE CLÍNICAS, HOSPITAIS, LABORATÓRIOS, PLANOS E GESTORES DE SAÚDE

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Publicada em: 08/01/2018 ás 03:12 Atualizada em: 08/01/2018 ás 17:39

 A busca pela qualidade de vida e longevidade tem refletido diretamente em alguns setores de prestação de serviços. Entre os principais captadores de investimentos estão a estética, saúde e o mercado fitness.  No quesito saúde por causa da falta de médicos, acesso a exames mais detalhados e as longas filas de espera por atendimento no Sistema Único de Saúde quem pode e não quer esperar recorre ao atendimento particular, seja por meio de um plano de saúde ou atendimento direto na área desejada.

Itajaí e Balneário Camboriú já conquistaram na região o status de referência em diversas especialidades e acesso a clínicas e hospitais. Além da disponibilidade de vários profissionais na área de saúde os municípios concentram as principais empresas de convênios do estado. Garantindo aos usuários um leque de possibilidades quando o assunto é o cuidado regular e acompanhamento médico.

Além da instalação de empresas conhecidas no estado, os dois municípios são vistos por investidores como alternativa para o lançamento de novos produtos e a inserção de novas marcas, vindas de outras regiões do país, um exemplo é um aplicativo para o agendamento de consultas médicas que está operando na região.

Os hospitais que integram a rede de atendimento na região também estão entre os principais do estado e recebem pacientes vindos de vários locais de Santa Catarina. O perfil humanizado e investimentos em tecnologia de ponta são alguns dos diferenciais que atraem pacientes para estas unidades hospitalares.

Outro ponto positivo para os usuários são as vantagens para ter acesso ao atendimento. Assim como outros setores a área da saúde decidiu rever conceitos e hoje você não precisa ter dinheiro vivo para pagar uma consulta ou exames. A facilidade na forma de pagamento tornou o acesso mais acessível. Uma vantagem que faz com que muitas clínicas e consultórios das cidades de Itajaí e Balneário Camboriú estejam com agenda cheia para novas consultas.

Chega agora à Santa Catarina a ferramenta lançada, no ano passado, em São Paulo

Texto: Gabriel Silva e Sérgio Augustin

Um aplicativo que auxilia as pessoas a encontrarem médicos e exames está em implantação em Santa Catarina. A ferramenta, chamada All Doctors, foi lançada em agosto do ano passado, em São Paulo, e Santa Catarina é o segundo estado a receber a novidade.

O objetivo é agilizar o agendamento de consultas e exames, além da procura por profissionais, com processo acessível, entre R$ 80,00 e R$ 150,00. O público alvo é paciente que não tem planos de saúde. Rafael de Sá, sócio fundador do aplicativo, diz que “o paciente também não enfrenta filas ou precisa ligar mais de uma vez em busca de um horário para a consulta”.

Para ser usuário, não é necessário pagar mensalidades ou taxas de cadastro, apenas os serviços que contratar. A ferramenta é gratuita e está disponível para o Vale do Itajaí e Litoral, devendo chegar a Florianópolis e Joinville, e na região Oeste, no próximo ano.

Rafael completa: “Muitas pessoas não possuem mais convênio médico, já que os preços são altos e, muitas vezes, existe demora em localizar um profissional quando precisam de atendimento. O mercado precisa de novas alternativas, tanto para o profissional quanto para o paciente”.

Por aqui ainda há poucos serviços disponíveis, mas a novidades está sendo aceita pelos médicos, que já estão se cadastrando para encontrar pacientes.

 Aumento no uso de aplicativos

 Uma pesquisa feita pela Opinion Box mostra que o Brasil é um bom mercado para a criação de aplicativos. Aqui, as pessoas pagam para usar ferramentas digitais, como o Netflix e Spotify.

O whatsapp é uma ferramenta usada para quase tudo hoje em dia, desde conversas divertidas até o agendamento de consultas e exames, como acontece em Camboriú. Para o SPC, é natural que empresas usem o WhatsApp para abordar e serem abordadas por clientes, como explica, por telefone, Roque Pellizzaro, presidente do SPB Brasil: “Eles perceberam o potencial da ferramenta para sanar dúvidas, divulgar novidades, gerar interesse e, consequentemente, concretizar mais vendas”. Ferramentas online também estão sendo usadas para aplicar provas nas escolas de Itajaí.

Texto: Andre Bonomini

(Reprodução)

Democratizar o acesso à saúde através de um sistema de economia compartilhada, onde o médico cobra um valor mais acessível preenchendo seus horários ociosos e o paciente busca, agenda e paga por consultas e exames com profissionais em qualquer horário ou dia de semana. Assim funciona o All Doctors, um aplicativo que busca trazer a praticidade e a evolução do mundo digital para a saúde. A plataforma intuitiva, que foi lançada em agosto de 2016 em São Paulo, chega agora em Santa Catarina, que será o segundo estado a receber o app. Inicialmente oferecerá atendimento na região do Vale do Itajaí e litoral, partindo em seguida para Florianópolis, Joinville e região Oeste.

Com preços que vão de R$ 79,90 a R$ 149,90, o aplicativo oferece ao paciente praticidade na hora de marcar uma consulta ou exame em qualquer horário ou dia de semana, de uma maneira rápida e eficiente, com apenas alguns cliques. Entre as vantagens oferecidas pelo sistema, além dos valores, é claro, o usuário também não enfrenta filas ou precisa ligar mais de uma vez em busca de um horário para a consulta. A tecnologia e o universo online sendo úteis também na área da saúde, explica Rafael de Sá, sócio e co-fundador do All Doctors. O aplicativo é uma forma de suprir as necessidades do paciente que não tem convênio e busca por uma alternativa viável financeiramente, já que não paga mensalidade ou taxa, apenas o valor da consulta ou exame.

Rafael de Sá e Súber Bernardes, criadores do aplicativo, no evento de lançamento (Alan Souza)

Já para o profissional, uma das vantagens é a financeira, pois o pagamento pelo aplicativo vai direto para ele, sem burocracia. Muitas pessoas não possuem mais convênio médico, já que os preços são altos e muitas vezes existe uma demora em localizar um profissional quando precisam de um atendimento. O mercado precisa de novas alternativas, tanto para o profissional quanto para o paciente. Na região de São Paulo, o sistema já está sendo utilizado por pessoas de várias faixas etárias e classes sociais, comenta Raphael Súber Bernardes, sócio e co-fundador do All Doctors. Outro benefício para o médico é a redução do no-show, pois o paciente paga antecipado.

 

O que são DSTs?

As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso de camisinha com uma pessoa que esteja infectada, e geralmente se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. As mais conhecidas são gonorreia e sífilis.


Algumas DST podem não apresentar sintomas, tanto no homem quanto na mulher. E isso requer que, se fizerem sexo sem camisinha, procurem o serviço de saúde para consultas com um profissional de saúde periodicamente. Essas doenças quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidades, câncer e até a morte.


Usar preservativos em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal) é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DST, em especial do vírus da aids, o HIV. Outra forma de infecção pode ocorrer pela transfusão de sangue contaminado ou pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis. A aids e a sífilis também podem ser transmitidas da mãe infectada, sem tratamento, para o bebê durante a gravidez, o parto. E, no caso da aids, também na amamentação.


O tratamento das DST melhora a qualidade de vida do paciente e interrompe a cadeia de transmissão dessas doenças.

 

Tipos mais comuns de DSTs

Vírus do Papiloma Humano

Infecção que causa verrugas em diversas partes do corpo, dependendo do tipo do vírus.

Herpes Genital

Infecção comum sexualmente transmissível caracterizada por dores e ferida genital.

Clamídia

Uma doença comum e sexualmente transmissível que pode não apresentar sintomas.

Gonorreia

Infecção bacteriana sexualmente transmissível que, se não for tratada, pode causar infertilidade.

AIDS

A AIDS é causada pelo vírus HIV, que interfere na capacidade do organismo de combater infecções.

Sífilis

Infecção bacteriana geralmente transmitida pelo contato sexual que começa como uma ferida indolor.

 

Consulte um médico para receber orientação. Agende pelo All Doctors a preços acessíveis.

 

 

Segundo a SBD(Sociedade Brasileira de Diabetes) hoje, no Brasil, há mais de 13 milhões de pessoas vivendo com diabetes, o que representa 6,9% da população. E esse número está crescendo. Em alguns casos, o diagnóstico demora, favorecendo o aparecimento de complicações. Pode ser que você ou alguém próximo tenha diabetes. Saiba mais e aprenda a conviver bem com a doença, transformando-a em mais um motivo para cuidar da saúde.

 

 

O QUE É DIABETES ?

Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz.

O que é insulina? É um hormônio que controla a quantidade de glicose no sangue. O corpo precisa desse hormônio para utilizar a glicose, que obtemos por meio dos alimentos, como fonte de energia.

Quando a pessoa tem diabetes, no entanto, o organismo não fabrica insulina e não consegue utilizar a glicose adequadamente. O nível de glicose no sangue fica alto - a famosa hiperglicemia. Se esse quadro permanecer por longos períodos, poderá haver danos em órgãos, vasos sanguíneos e nervos.

 

FATORES DE RISCO

Fatores de risco para Diabetes Tipo 1

Já se sabe que há uma influência genética, ter um parente próximo com a doença aumenta consideravelmente as chances de você ter também. Mas ainda não há pesquisa conclusivas sobre os fatores de risco para o Diabetes Tipo 1.

Fatores de risco para Diabetes Tipo 2

Pessoas que apresentam fatores de risco para o desenvolvimento de Diabetes Tipo 2 devem fazer consultas médicas periódicas e exames com frequência. Você deve ficar mais atento se:

  • Tem diagnóstico de pré-diabetes – diminuição da tolerância à glicose ou glicose de jejum alterada;
  • Tem pressão alta;
  • Tem colesterol alto ou alterações na taxa de triglicérides no sangue;
  • Está acima do peso, principalmente se a gordura estiver concentrada em volta da cintura;
  • Tem um pai ou irmão com diabetes;
  • Tem alguma outra condição de saúde que pode estar associada ao diabetes, como a doença renal crônica;
  • Teve bebê com peso superior a quatro quilos ou teve diabetes gestacional;
  • Tem síndrome de ovários policísticos;
  • Teve diagnóstico de alguns distúrbios psiquiátricos, como esquizofrenia, depressão, transtorno bipolar;
  • Tem apneia do sono;
  • Recebeu prescrição de medicamentos da classe dos glicocorticoides.

 

TIPOS DE DIABETES

Pâncreas

O pâncreas é um órgão localizado atrás do estômago que produz alguns hormônios importantes para nosso sistema digestivo. Em condições rotineiras, quando o nível de glicose no sangue sobe, células especiais, chamadas células beta, produzem insulina. Assim, de acordo com as necessidades do organismo no momento, é possível determinar se essa glicose vai ser utilizada como combustível para as atividades do corpo ou será armazenada como reserva, em forma de gordura.

Isso faz com que o nível de glicose (ou taxa de glicemia) no sangue volte ao normal.

 

Diabetes Tipo 1

Em algumas pessoas, o sistema imunológico ataca equivocadamente as células beta. Logo, pouca ou nenhuma insulina é liberada para o corpo. Como resultado, a glicose fica no sangue, em vez de ser usada como energia. Esse é o processo que caracteriza o Tipo 1 de diabetes, que concentra entre 5 e 10% do total de pessoas com a doença.

O Tipo 1 aparece geralmente na infância ou adolescência, mas pode ser diagnosticado em adultos também. Essa variedade é sempre tratada com insulina, medicamentos, planejamento alimentar e atividades físicas, para ajudar a controlar o nível de glicose no sangue.

 

Diabetes Tipo 2

O Tipo 2 aparece quando o organismo não consegue usar adequadamente a insulina que produz; ou não produz insulina suficiente para controla a taxa de glicemia.

Cerca de 90% das pessoas com diabetes têm o Tipo 2. Ele se manifesta mais frequentemente em adultos, mas crianças também podem apresentar. Dependendo da gravidade, ele pode ser controlado com atividade física e planejamento alimentar. Em outros casos, exige o uso de insulina e/ou outros medicamentos para controlar a glicose.

 

Diabetes Gestacional

Durante a gravidez, para permitir o desenvolvimento do bebê, a mulher passa por mudanças em seu equilíbrio hormonal. A placenta, por exemplo, é uma fonte importante de hormônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glicose pelo corpo. O pâncreas, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro.

Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre e elas desenvolvem um quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue. Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intrauterino, há maior risco de crescimento excessivo (macrossomia fetal) e, consequentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta.

O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher e nem sempre os sintomas são identificáveis. Por isso, recomenda-se que todas as gestantes pesquisem, a partir da 24ª semana de gravidez (início do 6º mês), como está a glicose em jejum e, mais importante ainda, a glicemia após estímulo da ingestão de glicose, o chamado teste oral de tolerância a glicose.

 

Pré-Diabetes

A maioria das pessoas não sabe o que é pré-diabetes.

O termo pré-diabetes é usado quando os níveis de glicose no sangue estão mais altos do que o normal, mas não o suficiente para um diagnóstico de Diabetes Tipo 2. Obesos, hipertensos e pessoas com alterações nos lipídios estão no grupo de alto risco.

É importante destacar que 50% dos pacientes nesse estágio 'pré' vão desenvolver a doença. O pré-diabetes é especialmente importante por ser a única etapa que ainda pode ser revertida ou mesmo que permite retardar a evolução para o diabetes e suas complicações.

Muitos pacientes, ao serem comunicados de que têm pré-diabetes, não enxergam ali uma oportunidade. Deixam para 'cuidar' quando o problema se agravar. Só que o pré-diabetes pode prejudicar nervos e artérias, favorecendo diversos outros males, a exemplo de infarto e derrames.

A mudança de hábito alimentar e a prática de exercícios são os principais fatores de sucesso para o controle. No entanto, para 60% dos pacientes, a dieta é o passo mais difícil a ser incorporado na rotina. Ao todo, 95% têm dificuldades com o controle de peso, dieta saudável e exercícios regulares. Lembre-se: ninguém morre de diabetes, e sim do mau controle da doença.

De acordo com a International Diabetes Federation, entidade ligada à ONU, existem no mundo mais de 380 milhões de pessoas com diabetes. Na maioria dos casos, a doença está associada a condições como obesidade e sedentarismo, ou seja, pode ser evitada. É possível reduzir a taxa de glicose no sangue com medidas simples. Perder de 5 a 10% do peso por meio de alimentação saudável e exercícios faz uma grande diferença na qualidade de vida.

Assim como Diabetes Tipo 2, o pré-diabetes pode chegar à sua vida sem que você perceba. Ter consciência dos riscos e buscar o diagnóstico é importante, especialmente se o pré-diabetes for parte do que nós chamamos de 'síndrome metabólica', pressão alta, alto nível de LDL ('mau' colesterol) e triglicérides e/ou baixo nível de HDL ('bom' colesterol), sobrepeso, principalmente se a gordura se concentrar em torno da cintura.

 

HIPOGLICEMIA (Nível muito baixo de glicose de sangue)

A hipoglicemia é caracterizada por um nível anormalmente baixo de glicose no sangue, geralmente abaixo de 70 mg/dl. É importante não considerar apenas este número – o médico deverá dizer quais níveis são muito baixos para você.

Aumentar a quantidade de exercícios sem orientação correta, ou sem ajuste correspondente na alimentação ou na medicação; pular refeições; comer menos do que o necessário; exagerar na medicação, acreditando que ela vai trazer um controle melhor; e ingestão de álcool são causas comuns de hipoglicemia.

A hipoglicemia em situações extremas pode levar à perda de consciência, ou a crises convulsivas, sendo muito graves, em medidas imediatas.

Os sinais da hipoglicemia são dicas importantes para uma ação preventiva e eles podem variar de pessoas para pessoa. Com o tempo, você vai aprender a identificar como seu corpo indica que o nível de glicose no sangue está caindo muito rápido, de qualquer maneira, pelo menos entre aqueles que fazem uso de insulina ou que estão em maior risco de episódios de hipoglicemia, o mais importante é monitorar as glicemias, de modo a conseguir manter a glicose bem controlada, de maneira segura em relação a hipoglicemias.

A única maneira de ter certeza se suas taxas de glicose estão muito baixas é checá-las com o aparelho próprio, se possível. Entretanto, se você está com sintomas de hipoglicemia e não tem condições de fazer a medição naquele momento, faça o tratamento – garantir a segurança é a prioridade neste momento. A hipoglicemia severa pode causar acidentes, lesões, levar ao estado de coma e até à morte.

 

HIPERGLICEMIA (nível muito alto de glicose no sangue)

A hiperglicemia acontece quando há pouca insulina no organismo ou quando o corpo não consegue usá-la apropriadamente. Ela pode ser causada por:

  • Dose incorreta de insulina, se você tem o Tipo 1;
  • Dificuldade do corpo para utilizar a insulina que está sendo produzida (resistência à insulina), no caso do Tipo 2;
  • Excesso de alimentação – e carência de exercícios físicos;
  • Stress causado por uma doença, como uma gripe;
  • Outras fontes de estresse, na família, na escola ou no trabalho;
  • O chamado ‘fenômeno do alvorecer’. Todas as pessoas passam por essa condição, tenham ou não diabetes. É uma onda de hormônios que o corpo produz entre 4h e 5h da manhã, todos os dias, e que provocam uma reação do fígado, com liberação de glicose e preparação do organismo para mais um dia de atividades. O corpo produz menos insulina e mais glucagon (hormônio que aumenta a glicose no sangue), mas as pessoas com diabetes não têm respostas normais de insulina para regular essa onda, e a glicemia de jejum pode subir consideravelmente. Para evitar essa condição, valem as dicas: jantar no início da noite, fazer uma caminhada leve após o jantar, perguntar ao médico sobre medicamentos específicos ou ajuste do tratamento do diabetes, seja insulina ou outros medicamentos.

 

INSULINA

Existem hoje vários tipos de insulina disponíveis para o tratamento de diabetes e elas se diferenciam pelo tempo em que ficam ativas no corpo, pelo tempo que levam para começar a agir e de acordo com a situação do dia em que elas são mais eficientes.

Compreendendo como a insulina funciona você poderá planejar suas refeições, lanches e exercícios. O tratamento com insulina deve se ajustar tanto ao seu estilo de vida quanto às suas necessidades de controle de glicose. Lembre-se, o uso é muito individual e nem sempre se acerta de primeira. É importante ter paciência.

Não existe um ‘tamanho único’ no que se refere ao tratamento com insulina e ao plano de gerenciamento do diabetes. Seus objetivos, idade, saúde geral, fatores de risco e atividades diárias são considerados, portanto, cada terapia é individual.

 

ALIMENTAÇÃO

Os comitês de estudos sobre o diabetes têm orientado que as pessoas com diabetes sigam a mesma alimentação saudável recomendada à população em geral. Muitas vezes pensamos que teremos de fazer uma dieta rigorosa, mas na verdade o que se espera é um planejamento e organização dos hábitos alimentares. Isto quer dizer que teremos que ter uma maior atenção quanto às escolhas dos alimentos e a quantidade consumida.

  • Distribua os alimentos em 5 a 6 refeições ao dia. Não deixe de fazer o café da manhã! Se não puder fazê-lo em casa, leve um lanche reforçado para a escola ou trabalho.
  • Nos lanches, comece sempre pelas frutas (evite sucos), mas não exagere na quantidade. Nenhum tipo de fruta é proibido!
  • No almoço e jantar, continue a comer o tradicional arroz com feijão.
  • A metade do prato deve ser de vegetais coloridos, principalmente os verde-escuros e amarelos. Pode ser na forma de salada crua e/ou vegetais cozidos. Evite molhos gordurosos.
  • Escolha pequenas porções de carnes magras e faça rodízio entre as brancas, vermelhas ou ovo. Experimente também pratos vegetarianos.
  • Evite os açúcares e alimentos açucarados. Se precisar utilize adoçante em pequena quantidade. Evite os adoçantes a base de frutose.
  • Só opte por produtos dietéticos se tiver certeza de que o mesmo atende as suas necessidades.
  • Evite frituras e diminua o consumo de gorduras animais: carnes gordas, queijos (exceto os mais magros como, por exemplo, ricota, minas frescal, cottage), embutidos, manteiga, margarina, requeijão, creme de leite.
  • Diminua o sal. Grande parte das pessoas com diabetes também apresentam pressão arterial elevada.
  • Procure usar alimentos menos processados: pães integrais, aveia, arroz integral, macarrão integral, etc.
  • Evite bebida alcoólica.
  • Tome água várias vezes ao longo do dia.
  • Inclua como meta no seu plano de cuidado com diabetes, a consulta com um nutricionista especialista para orientação da sua alimentação ao longo da vida.

Encontre seu profissional de saúde no All Doctors e cuide de sua saúde.