Bons hábitos alimentares em conjunto com a prática regular de exercícios físicos é capaz de manter as taxas de colesterol bom (HDL) e ruim (LDL) em perfeito equilíbrio, afastando de perto o risco de infarto e derrame cerebral, além de outras doenças. A seguir, confira a lista de alimentos, para encampar uma batalha contra o colesterol alto e sair vencedor (sem, é claro, abrir mão de comer bem).

 

Aveia

Além das fibras insolúveis, a aveia contém uma fibra solúvel chamada betaglucana, que exerce efeitos benéficos ao nosso organismo. Ela retarda o esvaziamento gástrico, promovendo maior saciedade, melhora a circulação, controla a glicemia e inibe a absorção de gordura. A aveia diminui as concentrações de colesterol total, lipídios totais e triglicerídios de forma significativa e aumenta a fração do bom colesterol HDL.

 

Oleaginosas

Nozes e castanhas apresentam grande quantidade de antioxidantes, responsáveis por combater o envelhecimento celular e prevenir doenças coronárias, além de diversos tipos de câncer. A arginina, também presente em quantidades interessantes nas oleaginosas, atua como importante vasodilatador, contribuindo para a redução do risco de desenvolvimento de doenças do coração.

 

Chocolate amargo

O leite e a manteiga de cacau acrescentam doses de gordura saturada na guloseima que provoca arrepios de desejo. Mas o chocolate amargo pode fazer parte da sua dieta, porque é rico em flavonóides substâncias que diminuem o LDL colesterol ruim. Diariamente, inclua 30g do doce como sobremesa.

 

Azeite

É fonte de ácido oléico, que regula as taxas de colesterol e protege contra doenças cardíacas. Faz bem ao aparelho cardiocirculatório e para controlar o diabetes do Tipo 2, reduzindo a taxa glicêmica. É também uma grande fonte de antioxidantes, como a vitamina E.

 

Alcachofra
Suas fibras são resistentes à ação de enzimas e por isso apresentam muitas vantagens, entre as quais: diminuição dos níveis de colesterol e triglicérides sanguíneos ; redução do risco de obesidade e diabetes, fatores de risco para a saúde do coração. Como ela ajuda na quebra de gorduras e no controle do colesterol, é bastante recomendada para prevenir doenças cardíacas.

 

Laranja

Ela não é boa só para gripes e resfriados. Um estudo, concluiu que os flavonoides, substâncias antioxidantes presentes na fruta, diminuem os níveis de LDL colesterol ruim no organismo, pois limitam a absorção do colesterol no intestino.


Linhaça

A semente é um dos alimentos mais ricos em ômega 3, por isso, é responsável por prevenir doenças cardiovasculares, e evitar coágulos ao diminuir as taxas de colesterol total e de LDL colesterol (ruim) e aumentar as de HDL colesterol (bom). Os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é moída ou triturada, já que sua casca é resistente à ação do suco gástrico e passa sem sofrer digestão no trato gastrointestinal.

 

Vinho
A ingestão moderada da bebida uma a duas doses por dia promove elevação de aproximadamente 12% nos níveis de HDL, colesterol bom, semelhante à encontrada com a prática de exercícios. A maioria dos efeitos protetores do vinho tinto são atribuídos aos flavanoides, que possuem propriedades antioxidantes, vasodilatadoras e anti-coagulante plaquetária.

 

Canela

Pesquisadores da Kansas State University, nos Estados Unidos, constataram que consumir meia colher de sopa por dia desta especiaria tem papel importante no combate ao colesterol ruim (LDL). Os pesquisadores acreditam que tal redução é resultado da ação dos antioxidantes presentes na canela.

 

Soja

Além de ajudar a controlar problemas hormonais para as mulheres que estão na menopausa, a soja é uma excelente opção para quem quer proteger o coração: "ela ajuda a diminuir o colesterol ruim (LDL), aumenta o colesterol bom (HDL) e fortalece o organismo de infecções.

 

Açaí
Apesar do alto teor de gordura do açaí, trata-se em grande parte de gorduras monoinsaturadas (60%) e poli-insaturadas (13%). Estas gorduras são benéficas e auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) e melhoram o HDL, contribuindo na prevenção de doenças cardiovasculares, como o infarto. 


Chá
Principalmente o chá verde, pois os flavonoides, encontrados nesse tipo de chá, funcionam como antioxidantes e ajudam a prevenir a inflamação dos tecidos. Estas substâncias também podem proteger contra a formação de coágulos, que são as principais causas de ataques do coração.

 

As oleaginosas são sementes ricas de óleo, envolvidas por uma casca rígida e que podem ser consumidas in natura. O alto teor de gordura boa desses produtos confere energia e, como também são fontes de vitaminas e minerais, colaboram para o bom funcionamento do organismo. Entenda os benefícios de algumas dessas sementes:

 

  • Nozes: Por ser fonte de ômega 3, essa é uma oleaginosa protetora do cérebro. As nozes evitam que os radicais livres ataquem os neurônios, previnem o envelhecimento cerebral, o que reduz o risco de doenças como o Alzheimer e o Parkinson, além de melhorar a memória. Entre as oleaginosas é a que possui maior teor de vitamina E, o que é importante para proteger os vasos sanguíneos e controlar a pressão arterial. Consumo: não deve passar de 4 unidades diárias

 

  • Amêndoas: Esse é um tipo de oleaginosa com baixo teor glicêmico, o que faz dela uma boa opção para quem possui uma dieta que restringe o número de calorias a serem consumidas diariamente. Além disso, as amêndoas são fonte de antioxidantes, de gorduras monoinsaturadas, das vitaminas B1 e E, e de minerais. Por isso, é um alimento que protege o coração de doenças cardiovasculares. Consumo: não deve passar de 4 unidades diárias.

 

  • Macadâmia: É a que possui maior teor de gordura e menor concentração de proteínas e carboidratos. Por isso, ela é uma das melhores opções para inserir em dietas com baixo consumo de proteínas e carboidratos. Seus minerais e vitaminas colaboram para reduzir o risco de doenças como a síndrome metabólica, hipertensão e diabetes. A macadâmia também contém ômega 7, que ajuda a controlar a queima de gordura e a reduzir o apetite. Consumo: não deve passar de 4 unidades diárias.

 

  • Avelã: Essa é a principal oleaginosa para reduzir o colesterol ruim (LDL) e elevar os níveis do colesterol bom (HDL). Consumo: Dez unidades diárias já são suficientes para obter todos os benefícios desta semente.

 

  • Castanha do Pará: essa é a maior fonte de selênio conhecida. Esse é um importante mineral que atua na inativação dos radicais livres, ativa os hormônios da tireoide, contribui para a desintoxicação do organismo e fortalece o sistema imunológico. Consumo: no máximo 2 unidades por dia.

 

  • Castanha de Caju: Por conter zinco em sua composição, esse tipo de castanha é fundamental para prevenir casos de anemia. As gorduras poli-insaturadas dessa oleaginosa reduzem os níveis de LDL e elevam as taxas de HDL. Ela ainda conta com um aminoácido chamado arginina, que melhora desempenho durante a prática de atividades físicas e a capacidade de recuperação no pós-treino. Consumo: consumir uma porção de 1 colher de sopa no dia

 

Como consumir as oleaginosas?

 

A melhor forma de inserir essas frutas é in natura, sem aquecer. Isso porque ao serem aquecidas elas tendem a oxidar e a ficar rançosas. Você pode optar por consumir um mix delas ou ainda um tipo por dia. No entanto, é sempre importante ficar atento à quantidade diária recomendada, para que o consumo não cause reações e prejuízos à saúde.

 

Como o consumo excessivo de castanhas pode prejudicar a saúde?

 

Pelo fato de as oleaginosas serem ricas em gorduras, o consumo em excesso pode resultar em ganho de peso. O indicado é não ingerir acima da quantidade indicada diariamente para cada tipo. Em casos de dúvidas, o recomendado é sempre consultar o médico ou nutricionista, para que ele estabeleça o quanto e de que maneira esses e outros alimentos devem ser inseridos no cardápio.

 

 

 

As oleaginosas são sementes ricas de óleo, envolvidas por uma casca rígida e que podem ser consumidas in natura. O alto teor de gordura boa desses produtos confere energia e, como também são fontes de vitaminas e minerais, colaboram para o bom funcionamento do organismo. Entenda os benefícios de algumas dessas sementes:

 

  • Nozes: Por ser fonte de ômega 3, essa é uma oleaginosa protetora do cérebro. As nozes evitam que os radicais livres ataquem os neurônios, previnem o envelhecimento cerebral, o que reduz o risco de doenças como o Alzheimer e o Parkinson, além de melhorar a memória. Entre as oleaginosas é a que possui maior teor de vitamina E, o que é importante para proteger os vasos sanguíneos e controlar a pressão arterial. Consumo: não deve passar de 4 unidades diárias

 

  • Amêndoas: Esse é um tipo de oleaginosa com baixo teor glicêmico, o que faz dela uma boa opção para quem possui uma dieta que restringe o número de calorias a serem consumidas diariamente. Além disso, as amêndoas são fonte de antioxidantes, de gorduras monoinsaturadas, das vitaminas B1 e E, e de minerais. Por isso, é um alimento que protege o coração de doenças cardiovasculares. Consumo: não deve passar de 4 unidades diárias.

 

  • Macadâmia: É a que possui maior teor de gordura e menor concentração de proteínas e carboidratos. Por isso, ela é uma das melhores opções para inserir em dietas com baixo consumo de proteínas e carboidratos. Seus minerais e vitaminas colaboram para reduzir o risco de doenças como a síndrome metabólica, hipertensão e diabetes. A macadâmia também contém ômega 7, que ajuda a controlar a queima de gordura e a reduzir o apetite. Consumo: não deve passar de 4 unidades diárias.

 

  • Avelã: Essa é a principal oleaginosa para reduzir o colesterol ruim (LDL) e elevar os níveis do colesterol bom (HDL). Consumo: Dez unidades diárias já são suficientes para obter todos os benefícios desta semente.

 

  • Castanha do Pará: essa é a maior fonte de selênio conhecida. Esse é um importante mineral que atua na inativação dos radicais livres, ativa os hormônios da tireoide, contribui para a desintoxicação do organismo e fortalece o sistema imunológico. Consumo: no máximo 2 unidades por dia.

 

  • Castanha de Caju: Por conter zinco em sua composição, esse tipo de castanha é fundamental para prevenir casos de anemia. As gorduras poli-insaturadas dessa oleaginosa reduzem os níveis de LDL e elevam as taxas de HDL. Ela ainda conta com um aminoácido chamado arginina, que melhora desempenho durante a prática de atividades físicas e a capacidade de recuperação no pós-treino. Consumo: consumir uma porção de 1 colher de sopa no dia

 

Como consumir as oleaginosas?

 

A melhor forma de inserir essas frutas é in natura, sem aquecer. Isso porque ao serem aquecidas elas tendem a oxidar e a ficar rançosas. Você pode optar por consumir um mix delas ou ainda um tipo por dia. No entanto, é sempre importante ficar atento à quantidade diária recomendada, para que o consumo não cause reações e prejuízos à saúde.

 

Como o consumo excessivo de castanhas pode prejudicar a saúde?

 

Pelo fato de as oleaginosas serem ricas em gorduras, o consumo em excesso pode resultar em ganho de peso. O indicado é não ingerir acima da quantidade indicada diariamente para cada tipo. Em casos de dúvidas, o recomendado é sempre consultar o médico ou nutricionista, para que ele estabeleça o quanto e de que maneira esses e outros alimentos devem ser inseridos no cardápio.

 

 

 

A doação é a retirada de aproximadamente 450 mL de sangue, através de inserção de uma agulha em um dos braços. A coleta é feita sob supervisão de um médico ou enfermeiro. Em ambiente limpo e confortável. Todos os processos da doação de sangue levam em torno de 55 minutos. Doar sangue não dói, nem prejudica a sua saúde.   

Porque se tornou tão importante doar sangue? O sangue é um tecido vivo que circula pelo corpo, essencial à vida. Doar sangue é um ato simples, tranquilo e seguro que não provoca risco ou prejuízo à saúde. O sangue não se fabrica artificialmente, o sangue doado não ultrapassa 10% do volume em circulação no corpo. Doar sangue é uma atitude necessária, de solidariedade, cidadania e amor.

Orientações preliminares ao doador de sangue:

Antes da doação você passará por um processo de pré - triagem (verificação de sinais vitais) e uma entrevista individual;

Se você estiver com algum problema de saúde ou apresentando sintomas como perda de peso, manchas na pele, caroços pelo corpo (ínguas), feridas na boca, não doe sangue e procure um médico

 

Tipos de doação

  • Doação Espontânea: feita de modo altruísta, como uma atitude solidária com um único interesse: ajudar o próximo.
  • Doação vinculada: feita vinculada á algum paciente*.
  • Doação autóloga: doar para si mesmo.

 

O que é necessário para doar?

  • Ter idade entre 18 e 69 anos, 11 meses e 29 dias
  • Doadores com idade de 16 e 17 anos de idade, são aceitos para doação mediante a presença e autorização formal dos pais e/ou responsável legal
  •  O limite de idade para primeira doação é de 60 anos
  • O candidato à doação deve estar em boas condições de saúde, sem feridas ou machucados no corpo
  •  Pesar acima de 50 kg
  • Apresentar documento de identidade com foto
  • Ter repousado bem na noite antes da doação
  • Evitar o jejum. Fazer refeições leves e não gordurosas, nas 4 horas que antecedem a doação
  • Evitar uso de bebidas alcoólicas nas últimas 12 horas

 

Cuidados após a doação

  • Não fumar por 2 a 3 horas
  • Não praticar exercícios físicos e atividades perigosas, como subir em locais altos ou dirigir caminhão, ônibus em rodovias, por 12 horas.
  • Permanecer no serviço hemoterápico após a doação, por 15 minutos
  • Retirar o curativo 4 horas após a doação.

 

Quem não é apto a doação?

Pessoas que tiveram as seguintes doenças : Hepatite após os 11 anos de idade, Lepra (Hanseníase), Hipertireoidismo e tireoidite de Hashimoto, Doença auto-imune, Doença de Chagas, AIDS, Problemas cardíacos, Diabetes,Câncer.

 

Outras situações:

  • Fez ou faz uso de algumas drogas ilícitas nos últimos 12 meses
  • Gestantes ou mulheres que amamentam bebês com menos de 12 meses
  • Teve contato sexual com parceiro ocasional/eventual nos últimos 12 meses
  • Quem fez algum tipo de procedimento dentário - de 1 a 30 dias (de acordo com o procedimento);
  • Quem recebeu transfusão de sangue e ou parceiros (as) de pacientes que receberam sangue ou fazem hemodiálise – 1 ano;
  • Tatuagem, micropigmentação, maquiagem definitiva e piercing - de 6 meses à 1 ano
  • Piercing em cavidade oral ou região genital - 1 ano após a retirada
  • Tiver algum desses sintomas (gripe, tosse, dor de garganta, rinite, febre, resfriado) – 7 dias após a cura
  • Diarreia – 1 semana após último episódio
  • Tiver alguma infecção não tratada ou em tratamento – 15 dias após cura
  • Herpes labial – após a cicatrização total da lesão
  • Aborto ou parto normal – 3 meses
  • Cesárea – 6 meses
  • Amamentação – liberado quando a criança tiver 1 ano
  • Cirurgia – pode variar de 1 à 12 meses
  •  Doenças em geral - passará por avaliação na triagem
  • Quem tomou as seguintes vacinas : Brucelose, Cólera, Coqueluche, Difteria, Febre tifóide, Hemophillus influenzae, Hepatite A, Hepatite B recombinate, HPV, Influenza H1N1, Leptospirose, Meningite, Peste, Pneumoco, Pólio (Salk) e Tétano – 48 horas;
  • BCG, Caxumba, Febre amarela, Influenza, Pólio oral (Sabin), Rubéola, Sarampo, Varicela e Varíola – 4 semanas
  • Raiva após exposição com animal – 1 ano
  • Antibiótico: apto após 15 dias do uso e com cura da infecção
  •  Quem teve convulsão só poderá doar sangue após 3 anos da última crise e término do tratamento medicamentoso.

 

Etapas da doação

  • 1º Passo – Recepção e cadastro

Apresentação de documento expedido por órgão oficial com foto (RG, CNH, Carteira de Trabalho, etc)
Atualização de endereço, trabalho, etc.

  • 2° Passo – Pré-triagem

Peso, altura, verificação de pressão arterial, pulso e temperatura;
Uma "picadinha" no dedo para verificar seu hematócrito e/ ou hemoglobina;

  • 3° Passo – Entrevista clínica

É confidencial e o sigilo é absoluto – confie em seu entrevistador e seja sincero;
Você assinará um Termo de Consentimento onde refere ter entendido as informações recebidas, ter respondido com sinceridade ao questionário, concorda com a coleta de sangue e afirma que está ciente de que se houver resultados sorológicos alterados, será chamado pelo serviço de apoio ao doador;

  • 4º Passo – Coleta de sangue

Será realizada a coleta de 450 ml ± 45ml e amostras de sangue para exames obrigatórios por lei;

  • 5º Passo – Lanche

É fornecido lanche acompanhado por líquidos, para repor o volume retirado na doação. Em casa ou no trabalho continue ingerindo bastante líquido.
Observe o que acontece com o sangue doado
Após a coleta, o sangue é separado em seus componentes dentro de 6 a 8 horas, no setor de processamento;

Cada componentes do sangue tem uma finalidade:

Glóbulos vermelhos – servem para tratar anemias;
Plasma (parte líquida do sangue) – serve para tratar hemorragias. Parte do plasma é encaminhado para indústrias que produzem fatores de coagulação, utilizados para tratar hemofílicos;
Plaquetas – servem para tratar ou evitar sangramentos, e em pessoas que fazem quimioterapia.

Doe SANGUE, Doe VIDAS. 

Para entendermos melhor o que é diabetes, devemos saber qual é a função da glicose e da insulina em nosso organismo.

A glicose é um carboidrato presente em alguns tipos de alimentos. A principal função dela é fornecer energia aos organismos a fim de suprir suas necessidades.

A insulina é um hormônio produzido no pâncreas e a sua principal função é a de facilitar a absorção da glicose pelas nossas células, diminuindo, a concentração de glicose no sangue.

Podemos concluir então que, se não houver esse hormônio, não haverá absorção de glicose nas células, elevando o nível de glicose no sangue, originando a diabetes.A diabetes gestacional pode trazer complicações à saúde da mulher e do bebê. Entre seus desdobramentos, estão prejuízos aos rins e hipertensão.

Vejamos alguns fatores que levam a desenvolver a diabetes gestacional: Acontece que quando a mulher precisa ingerir uma quantidade maior de carboidratos que, seriam em torno do último trimestre de gravidez para o desenvolvimento da criança, acaba liberando outros hormônios pela placenta o que acaba atrapalhando esse processo e obriga o pâncreas, trabalhe dobrado para manter os níveis de substância em ordem.  Muitas vezes, o esforço não é suficiente e sobra açúcar no sangue o que origina a diabetes gestacional.

A doença coloca em risco a saúde do bebe, pois, o pâncreas do feto trabalha dobrado para manter os níveis em ordem. Muitas vezes esse esforço não é suficiente fazendo com que o açúcar vira gordura e a criança ganhe sobre peso. Após o parto o fornecimento do hormônio é interrompido, há risco de hipoglicemia, uma queda brusca na quantidade de glicose na circulação. O excesso de hormônio ainda atrapalha a absorção de cálcio, potássio e magnésio. O diabetes gestacional também aumenta o risco de parto prematuro e icterícia.

 

Fatores de risco

  • Gestação em idade mais avançada
  • Ganho de peso excessivo na gravidez
  • Pressão alta
  • Triglicérides alto
  • Colesterol alto
  • Sobrepeso ou obesidade
  • Síndrome dos ovários policísticos
  • Histórico familiar de diabetes
  • Gravidez de gêmeos
  •  Diabetes em gestações anteriores

 

Previna                                

Controle seu peso: ele é o responsável pelo distúrbio, adote uma dieta acompanhada pelo um nutricionista, faça exercícios físicos monitorados e aptos a suas condições. Uma junção perfeita para manter o nível de glicose controlado no sangue.

 

Diagnóstico

O pré-natal é sem dúvidas um grande combatente a doenças que estão ou podem vir a surgir, como por exemplo: taxas de colesterol, triglicérides e glicemia de jejum. Com acompanhamento em um obstetra será possível levantar o historio familiar e analisar minuciosamente a rotina e peso da mulher. Importante também manter os ultrassons em dia, pois são elas que vão poder diagnosticar se feto é maior que o esperado e alteração do volume do líquido amniótico.

Por volta da 24ª semana de gravidez, deve ser solicitado o exame curva glicêmica. Nele, a gestante bebe uma solução açucarada e são colhidas amostras de seu sangue a cada hora. A grávida já está oficialmente com o distúrbio se o nível for igual ou superior a 92 mg/dl.

 

Tratamento

Mediante a acompanhamento específico, com avaliação regular da curva glicêmica. E atenção redobrada na dieta. Maneirar na gordura é o essencial, tal como fracionar as refeições fazendo com que elas diminuam de quantidade, mas aumentem a frequência de alimentação durante o dia. Caso não haja contraindicação do obstetra, exercícios são impulsos para o controle da diabetes.

Caso o tratamento não venha a surtir tanto efeito e sua taxa de glicose ainda continue subindo o médico pode indicar injeções de insulina, para controlar a taxa de glicose e aliviar o pâncreas.

Porém a diabetes gestacional, aumenta o risco de mulheres desenvolverem o diabetes tipo 2 com o tempo. Se você apresentou altas taxas de glicemia na gestação, fique atenta!