Hoje em dia é cada vez mais comum nos deparamos com as pessoas grudadas com os aparelhos celulares nas mãos, estejam elas nas ruas, nos restaurantes ou até mesmo no local de trabalho. Segundo uma pesquisa divulgada pelo IBGE em 2016, cerca de 77,1% da população brasileira com 10 anos ou mais já possuí seu próprio celular.

Com o crescimento do uso dos celulares, várias questões vêm sendo levantadas, inclusive se os aparelhos são capazes de prejudicar de alguma forma a nossa saúde. Estudos mostram que os brasileiros passam pelo menos 3 horas do seu dia no celular, os mais jovens chegam a passar pelo menos 4 horas.

Diante desses dados, trouxemos alguns problemas que o uso prologado dos aparelhos pode trazer para a saúde e dicas de como evitar, confira:

 

Problemas de Visão

A luz azul emitida pelos celulares, tablets, TVs e computadores podem causar danos irreversíveis à visão. Segundo especialistas, o mais comum é a síndrome do olho seco, que ocorre quando o olho produz menos lágrimas do que o normal. Isso acontece porque o uso dos aparelhos exigem um foco grande, diminuindo o número de vezes que piscamos, sendo considerado ideal em média 15 vezes por minuto, e com o esforço chega a cair para 5 vezes por minuto.

Dicas

  • Pessoas que trabalham com computador, o ideal é que esteja sempre no mesmo nível do olhar;
  • Dar pausas dos aparelhos, seja ele computador ou celular  a cada duas horas também ajudam a evitar maiores complicações;
  • Ar-condicionado também desidrata os olhos e amplia os problemas causados pela luminosidade, evite passar muito tempo combinando os dois;
  • É importante lembrar-se de ajustar as configurações de brilho do celular, deixe no automático para que o brilho se regule de acordo com a luminosidade do local.

 

Insônia

O uso do celular antes de dormir pode causar insônia e diminuir a qualidade do sono. Isso acontece devido à luz azulada que os aparelhos emitem, fazendo com que nosso cérebro permaneça por mais tempo ativo, afastando o sono.

Dicas:

  • Evitar o uso de aparelhos eletrônicos até 2 ou 3 horas antes de dormir;
  • Alguns aparelhos permitem que a luminosidade seja alterada do azul para o amarelo ou alaranjado, mas se o seu não possui esta opção, existem aplicativos que fazem isso;
  • Preferir luzes amarelas quentes ou avermelhadas para iluminar a casa durante a noite;

 

Problemas ortopédicos

Os problemas ortopédicos estão relacionados, principalmente, com a má postura dos usuários. Normalmente quando usamos o celular inclinamos o pescoço para frente e para baixo, podem surgir às dores de cabeça, nos braços e no pescoço.

Além disso, ficar horas digitando, pode causar inflamação dos músculos, gerando tendinites nas mãos. O polegar é o membro mais atingido, isso porque normalmente é o mais usado na hora de digitarmos no celular, causando um movimento repetitivo que pode levar a LER, lesão por esforço repetitivo.

Dicas

  • Tente não sobrecarregar o polegar, tente segurar o celular com uma das mãos e digitar com o indicador da outra, sempre trocando;
  • Fortifique a região das mãos fazendo movimentos rotativos com os pulsos.
  • Faça alongamento dos braços e das mãos.

 

Postura

Temos o péssimo hábito de usar os aparelhos eletrônicos com a cabeça baixa, ou seja, com o pescoço curvado, essa posição pode ocasionar dores na região.

Isso ocorre devido à carga sobre a cervical, por exemplo, num ângulo de 15 graus (cabeça mais ereta), a carga sobre a cervical é de 12 quilos; se passar a 60 graus (cabeça abaixada), chega a 27 quilos.

Quando ficamos nessa posição por tempo excessivo, sobrecarregamos a coluna e pode haver dores no pescoço por fadiga muscular.

Dicas:

  • Tente usar o celular com a cabeça ereta, levando à altura dos olhos;
  • Faça exercícios de alongamento para relaxar a tensão no pescoço;
  • Pratique atividade física regular para fortalecer a musculatura.

Lembre-se, não é preciso parar de usar os celulares e aparelhos eletrônicos, o importante é se atentar e tomar os cuidados necessários para não apresentar problemas futuros.

O coração é um órgão muito importante para o funcionamento do corpo e quando seus batimentos funcionam de maneira irregular (ou muito rápido ou muito devagar), todo o organismo pode sofrer. Esta condição ocorre quando os impulsos elétricos do coração não funcionam da maneira correta, provocando diferentes formas de batimentos.

No Brasil, mais de 20 milhões de pessoas têm um dos tipos desta doença, que é responsável por mais de 320 mil mortes súbitas todos os anos no país, segundo dados da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (Sobrac).

 

Existem dois tipos de arritmias:

Taquicardia (acelerados)

A taquicardia é caracterizada por um ritmo cardíaco rápido, normalmente com mais de 100 batimentos por minuto.  Com essa frequência, o coração não é capaz de bombear de forma eficiente o sangue rico em oxigênio para o corpo.

 

Tratamento

Existem dois tipos de tratamento, o primeiro são os medicamentos utilizados basicamente para isolar os circuitos e evitar que taquicardias se aconteçam, amenizando as crises.

O tratamento definitivo das taquiarritmias é cirúrgico chamado de ablação por cateter. A intervenção cirúrgica é minimamente invasiva e feita através de cateteres.

 

Bradicardia (lentos)

A bradicardia é caracterizada por um ritmo cardíaco mais lento, geralmente menos de 60 batimentos por minuto. Nessa velocidade, o coração não é capaz de bombear sangue suficiente para todo o corpo durante atividades normais ou nos exercícios físicos. A frequência cardíaca para ser considerada normal deve estar entre 60 e 100 batimentos por minuto.

 

Tratamento

Em caso de bradicardia quando é estabelecido que essa condição seja transitória e reversível, não precisa de tratamento definitivo. Agora quando não existe possibilidade de recuperação, a única forma é colocar um marca-passo, ou seja, um microcomputador faz o trabalho de formar os impulsos elétricos e estimular as câmaras cardíacas.

 

Quais são os sintomas da arritmia?

Normalmente não geram sintomas, porém em casos mais graves podem provocam as seguintes sensações:

  • Falta de ar;
  • Dor no peito;
  • Palpitações;
  • Desmaios.

 

Causas da arritmia cardíaca

As causas podem estar relacionadas com problemas cardíacos e também outras condições como:

  • Ansiedade;
  • Estresse;
  • Uso de medicamentos para emagrecimento;
  • Doença de válvulas cardíacas;
  • Febre;
  • Anemia;
  • Ventilação excessiva;
  • Baixos níveis de oxigênio no sangue;
  • Tireoide excessivamente ativa.

Dentre os problemas cardíacos que podem causar arritmia, estão:

  • Artérias bloqueadas no coração (doença arterial coronariana);
  • Insuficiência cardíaca;
  • Infarto;
  • Alterações na estrutura do coração, como a cardiomiopatia;
  • Cicatrização do tecido cardíaco após um infarto;

Se notar algum desses sintomas ou qualquer alteração do ritmo cardíaco, busque ajuda de um profissional em cardiologia.

(Leia também sobre doenças cardiovasculares)

 

Como prevenir a arritmia cardíaca?

  • Consumir álcool com moderação;
  • Evitar dietas sem acompanhamento médico ou de nutricionista;
  • Praticar exercícios regularmente;
  • Evitar alimentos gordurosos;
  • Não fumar.

Conheça também alguns alimentos que podem ajudar no combate de doenças cardíacas.

Depressão leve crônica e persistente faz com que seu portador encare a vida de forma pessimista e reduz em muito sua qualidade de vida.

O paciente apresenta uma baixa autoestima, sentimentos de falta de energia, incapacitação para várias atividades, ele não chega a ficar totalmente deprimido consegue estudar, trabalhar, mas funciona sempre abaixo do seu potencial devido a todos os sinais e sintomas que caracterizam a distimia, tais como tristeza, melancolia, desesperança em relação a si mesmo, ou ao futuro. Em virtude disso revela uma tendência ao isolamento. Outra característica é o constante mau humor “ele não chega a ser agressivo ou explosivo mais, tem a sensação subjetiva de que as coisas á sua volta o incomodam” explica Dr. Ricardo Moreno psiquiatra da Universidade de São Paulo.

Pacientes com distimia não procuram auxilio médico com queixas especificas. A doença cursa muita facilmente com outras doenças co-atuantes e são essas que acabam levando o paciente à procurar ajuda. A principal delas é a depressão. “Um erro muito comum cometido por alguns médicos na abordagem terapêutica da distimia é que, por tratar-se de uma doença mais leve tende a ser não valorizada” Dr. Táki Cordás Universidade de São Paulo.

Alguns especialistas de modo geral, dizem que os portadores de distimia são “pessoas infelizes”. Atinge a 3% da população mundial, ou mais de 170 milhões de pessoas, sem distinção de sexo, idade ou nível socioeconômico.

 

A maioria das pessoas que sofrem de distimia apresentam os seguintes sintomas:

Perda de Interesse: O distímico não se interessa por nada. Em geral faz tudo por obrigação. Apresenta dificuldades para finalizar as atividades iniciadas.

Angústia e Pessimismo: Estes sintomas levam à um isolamento social afastando-o de amigos, relacionamentos amorosos, “inferniza” sua  vida familiar e dificulta seu desempenho profissional.

Diminuição da Concentração: Não termina a leitura de um livro, torna-se “irrequieto” antes do término de uma atividade.

Cansaço: Vive sem ânimo. O cansaço é queixa frequente. Qualquer atividade consome sempre mais tempo que o necessário.

Tristeza: O distímico é infeliz o tempo todo. Tudo é motivo para estar triste. Ganhar um prêmio da loteria, por exemplo, é o início de um grande drama.

Distúrbios do Sono: Sono excessivo ou dificuldade de dormir bem. Não consegue dormir, acorda a noite com frequência ou está sempre madrugando.

Distúrbios do Apetite: Simplesmente come muito ou recusa-se se alimentar indiscriminadamente.

 

Conselhos Úteis

• Evite a solidão, permanecendo junto a outras pessoas.

• Busque alguma atividade que ajude a se sentir melhor.

• Não exigir muito de si mesmo, nem mesmo impor tarefas ou alvos difíceis. Reduza o seu grau de exigência.

• Divida as grandes tarefas em tarefas menores, estabeleça algumas prioridades e faça apenas o que puder e do modo que puder.

• Exponha suas ansiedades aos seus familiares. Aceite o apoio e o carinho no trabalho.

• Pratique exercícios leves, vá ao cinema e participe de atividades sociais ou religiosas.

• Não espere que tudo vá passar de um momento para outro. Ajude-se o quanto puder e não se culpe por não estar “cem por cento”.

LEMBRE-SE: Não aceite seus pensamentos negativos. Eles são parte da doença e desaparecerão a medida que sua depressão responder ao tratamento.

 

Tratamento

O Tratamento é feito principalmente com antidepressivos e com psicoterapia. Existem várias categorias de antidepressivos, sendo que levam um tempo médio de três semanas para fazer efeito desinibindo primeiro os sintomas físicos e a vontade, aumentando com isso o risco de suicídio nas duas primeiras semanas.

 

Fonte: Dr Olavo Bilac

O cuidado com a alimentação vai além de uma conquista estética, alguns alimentos podem ajudar na saúde dos seus olhos.

Confira 5 alimentos que fazem bem também para sua visão.

 

1. Alimentos de cor laranja

A maioria das pessoas já ouviu falar que comer cenoura faz bem para a vista, mas não só ela, outras frutas e legumes de cor laranja também. Isso acontece porque possuem um antioxidante natural que ajuda na obtenção de vitamina A e contribuem para o funcionamento da retina e outras partes dos olhos.

A cenoura e a abóbora são ricas em vitamina C que ajudam na saúde em geral. A cenoura também é uma fonte de carotenoides, que são nutrientes que ajudam a retardar o aparecimento de doenças crônicas como glaucoma e catarata.

 

2. Folhas verdes

As folhas, legumes e principalmente as verduras de tonalidade verde-escuro, como espinafre, couve e brócolis, contêm antioxidantes que ajudam a proteger nossos olhos. Por conterem luteína e zeaxantina, podem contribuir para redução do risco de degeneração macular que é uma doença na retina que se não tratada pode levar a perde da visão.

Esses antioxidantes também podem diminuir o desconforto com relação à luz, melhoram o contraste e também podem aumentar o alcance da visão.

 

3. Ovos

Estudos comprovaram que o ovo ajuda a minimizar a chance de degeneração macular relacionada à idade (DMRI) por conter zeaxantina, a gema contém zinco que é o principal nutriente para diminui-las.

 

4. Frutas vermelhas e cítricas

As maiorias dessas frutas são rica em vitamina C, que auxiliam na prevenção de doenças oculares. Atuam principalmente na prevenção de doenças oculares e também impedindo a progressão de doenças já instaladas, como por exemplo, pessoas que já possuem glaucoma. Lembrando que além do consumo dessa vitamina, é sempre importante ter um acompanhamento médico.

 

5. Peixes

Os peixes são alimentos ricos em ômega-3 e ômega-6, os que fazem bem à saúde ocular são: salmão, atum, truta, além de anchovas e cavala. Por conterem ácido graxo, atuam na prevenção da Síndrome do Olho Seco. Mas, como também são ricos em vitaminas A, B6, B12, C, D e E, além de minerais, oferecem outros benefícios à saúde ocular e à saúde geral como um todo.

As castanhas, linhaça e óleo de canola  também ajuda a  evitar a síndrome do olho seco, muito frequente nas grandes cidades e na terceira idade.

 

Confira também outras matérias em nosso blog de alimentos que fazem bem para sua saúde Benefícios do Alho e da Cebola Vegetais Indispensáveis

Você sabe de onde veio este rico alimento?

O Mocotó surgiu na época da escravidão, nesta época os Senhores fazendeiros e proprietários dos escravos, comiam as carnes e jogavam fora os ossos e era destes ossos que os escravos tiravam tudo que precisavam para se manterem fortes para as suas tarefas.

O Mocotó é a parte da canela e pé do Boi, é considerado uma das refeições mais saudáveis e nutritivas do mundo. Nesta parte estão presentes as cartilagens, tendões e o Tutano (parte interna do osso) e é justamente nessas partes que estão a maioria das proteínas, vitaminas e minerais, sendo extremamente resistentes, pois fornecem o sustento de todo o corpo do Boi.

É através do caldo de Mocotó que conseguimos obter Colágeno de alto valor biológico. Uma proteína que dá o aspecto gelatinoso ao caldo e para o nosso corpo oferece aminoácidos essenciais com benefícios antienvelhecimentos, melhorando o sistema imunológico, a pele, cabelos, unhas, ossos e juntas. É do tutano que são fornecidas gorduras boas, vitaminas A, D, E e K, que são poderosos antioxidantes, minerais como o zinco que beneficia o sistema nervoso central, também o cálcio, fósforo, magnésio, sódio e potássio.

Muitos ingredientes adicionados ao Mocotó, além de deixar mais gostoso, contribuem para um conjunto ainda mais saudável. O tomate fornece o licopeno, alho e cebola com antioxidantes e suas propriedades medicinais. O pimentão, cebolinha, cheiro verde e o louro fornecem cálcio e outros minerais e vitaminas.

O caldo tem sabor forte e encorpado, é uma ótima fonte de energia sendo recomendado para crianças que são muito ativas e precisam de energia para gastar e reposição de nutrientes. Em muitas pessoas ocorre o aumento da disposição sexual pelo efeito estimulante e fortificante do caldo. É ótimo em dietas de emagrecimento, pois uma xícara do caldo possui poucas calorias. Por ser rico em gorduras e proteínas, a digestão é lenta e isto fornece grande saciedade.

Se você não consome Mocotó, pois pensa que este alimento é muito gorduroso e pode te causar colesterol, confira a tabela nutricional abaixo e saiba mais sobre em Colesterol.

 

Confira a Tabela Nutricional do Mocotó

Calorias e nutrientes: Mocotó Bovino

 

 

(100g de parte comestível)

 

Energia, macronutrientes e fibra

Calorias

214,00 kcal

Proteína

28,81 g

Lipídeos Totais

10,13 g

Carboidrato

-

Fibra Total

-

Minerais

Cálcio

6,00 mg

Magnésio

24,00 mg

Manganês

0,01 mg

Fósforo

222,00 mg

Ferro

1,00 mg

Sódio

50,00 mg

Sódio de Adição

333,00 mg

Potássio

363,00 mg

Cobre

0,01 mg

Zinco

2,83 mg

Selênio

43,20 mcg

Vitaminas

Retinol

2,00 mcg

Vitamina A

2,00 mcg

Tiamina

0,64 mg

Riboflavina

0,31 mg

Niacina

5,36 mg

Equivalente Niacina

11,46 mg

Piridoxina

0,40 mg

Cobalamina

0,55 mcg

Folato

9,00 mcg

Vitamina D

0,80 mcg

Vitamina E

0,32 mg

Vitamina C

0,40 mg

Gorduras e açúcar

Colesterol

83,00 mg

Ácidos Graxos Saturados

3,54 g

Ácidos Graxos Monoinsaturados

4,49 g

Ácidos Graxos Poliinsaturados

0,85 g

Ácidos Graxos Poliinsaturados 18:2

0,73 g

Ácidos Graxos Poliinsaturados 18:3

0,02 g

Ácidos Graxos Trans

0,03 g

Açúcar Total

-

Açúcar de Adição

-