A função de ambos é a correção de desequilíbrios nutricionais e a reeducação alimentar. Esses profissionais ensinam ao paciente como se alimentar corretamente, verificam as deficiências e excessos nutricionais de cada metabolismo e indicam a ingestão correta de macro e micronutrientes.

Os macronutrientes são aqueles necessários em grandes quantidades no organismo e que fornecem energia ao corpo, como carboidratos, lipídios e proteínas. Já os micronutrientes são necessários em menores quantidades, porém são de fundamental importância para a manutenção do organismo, como as vitaminas.

 

A maior diferença seria : 

  • O nutricionista, é formado na área de nutrição em curso do nível superior. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
  • O nutrólogo, é formado com graduação em medicina, com posterior especialização em nutrologia.

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O NUTRICIONISTA é responsável por verificar as deficiências e os excessos nutricionais de cada indivíduo, coordenando programas de educação alimentar individuais ou coletivos, além de ser responsável por montar cardápios adequados com os melhores hábitos alimentares para cada tipo de metabolismo. São também responsáveis por planejar e coordenar o preparo de refeições, controlando o preparo dos alimentos e a higiene do processo. E ele NÃO receita medicamentos.

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O NUTRÓLOGO é responsável pelo diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças que se relacionam ao comportamento alimentar, podendo correlacionar o diagnóstico da patologia nutricional com outras áreas da medicina, como cardiologia, gastroenterologia, oncologia, entre outras; se necessário, possui propriedade para prescrever medicamentos para o controle das patologias. Esse profissional avalia a carência ou o excesso de nutrientes no organismo por meio de exames específicos.

 

A doação é a retirada de aproximadamente 450 mL de sangue, através de inserção de uma agulha em um dos braços. A coleta é feita sob supervisão de um médico ou enfermeiro. Em ambiente limpo e confortável. Todos os processos da doação de sangue levam em torno de 55 minutos. Doar sangue não dói, nem prejudica a sua saúde.   

Porque se tornou tão importante doar sangue? O sangue é um tecido vivo que circula pelo corpo, essencial à vida. Doar sangue é um ato simples, tranquilo e seguro que não provoca risco ou prejuízo à saúde. O sangue não se fabrica artificialmente, o sangue doado não ultrapassa 10% do volume em circulação no corpo. Doar sangue é uma atitude necessária, de solidariedade, cidadania e amor.

Orientações preliminares ao doador de sangue:

Antes da doação você passará por um processo de pré - triagem (verificação de sinais vitais) e uma entrevista individual;

Se você estiver com algum problema de saúde ou apresentando sintomas como perda de peso, manchas na pele, caroços pelo corpo (ínguas), feridas na boca, não doe sangue e procure um médico

 

Tipos de doação

  • Doação Espontânea: feita de modo altruísta, como uma atitude solidária com um único interesse: ajudar o próximo.
  • Doação vinculada: feita vinculada á algum paciente*.
  • Doação autóloga: doar para si mesmo.

 

O que é necessário para doar?

  • Ter idade entre 18 e 69 anos, 11 meses e 29 dias
  • Doadores com idade de 16 e 17 anos de idade, são aceitos para doação mediante a presença e autorização formal dos pais e/ou responsável legal
  •  O limite de idade para primeira doação é de 60 anos
  • O candidato à doação deve estar em boas condições de saúde, sem feridas ou machucados no corpo
  •  Pesar acima de 50 kg
  • Apresentar documento de identidade com foto
  • Ter repousado bem na noite antes da doação
  • Evitar o jejum. Fazer refeições leves e não gordurosas, nas 4 horas que antecedem a doação
  • Evitar uso de bebidas alcoólicas nas últimas 12 horas

 

Cuidados após a doação

  • Não fumar por 2 a 3 horas
  • Não praticar exercícios físicos e atividades perigosas, como subir em locais altos ou dirigir caminhão, ônibus em rodovias, por 12 horas.
  • Permanecer no serviço hemoterápico após a doação, por 15 minutos
  • Retirar o curativo 4 horas após a doação.

 

Quem não é apto a doação?

Pessoas que tiveram as seguintes doenças : Hepatite após os 11 anos de idade, Lepra (Hanseníase), Hipertireoidismo e tireoidite de Hashimoto, Doença auto-imune, Doença de Chagas, AIDS, Problemas cardíacos, Diabetes,Câncer.

 

Outras situações:

  • Fez ou faz uso de algumas drogas ilícitas nos últimos 12 meses
  • Gestantes ou mulheres que amamentam bebês com menos de 12 meses
  • Teve contato sexual com parceiro ocasional/eventual nos últimos 12 meses
  • Quem fez algum tipo de procedimento dentário - de 1 a 30 dias (de acordo com o procedimento);
  • Quem recebeu transfusão de sangue e ou parceiros (as) de pacientes que receberam sangue ou fazem hemodiálise – 1 ano;
  • Tatuagem, micropigmentação, maquiagem definitiva e piercing - de 6 meses à 1 ano
  • Piercing em cavidade oral ou região genital - 1 ano após a retirada
  • Tiver algum desses sintomas (gripe, tosse, dor de garganta, rinite, febre, resfriado) – 7 dias após a cura
  • Diarreia – 1 semana após último episódio
  • Tiver alguma infecção não tratada ou em tratamento – 15 dias após cura
  • Herpes labial – após a cicatrização total da lesão
  • Aborto ou parto normal – 3 meses
  • Cesárea – 6 meses
  • Amamentação – liberado quando a criança tiver 1 ano
  • Cirurgia – pode variar de 1 à 12 meses
  •  Doenças em geral - passará por avaliação na triagem
  • Quem tomou as seguintes vacinas : Brucelose, Cólera, Coqueluche, Difteria, Febre tifóide, Hemophillus influenzae, Hepatite A, Hepatite B recombinate, HPV, Influenza H1N1, Leptospirose, Meningite, Peste, Pneumoco, Pólio (Salk) e Tétano – 48 horas;
  • BCG, Caxumba, Febre amarela, Influenza, Pólio oral (Sabin), Rubéola, Sarampo, Varicela e Varíola – 4 semanas
  • Raiva após exposição com animal – 1 ano
  • Antibiótico: apto após 15 dias do uso e com cura da infecção
  •  Quem teve convulsão só poderá doar sangue após 3 anos da última crise e término do tratamento medicamentoso.

 

Etapas da doação

  • 1º Passo – Recepção e cadastro

Apresentação de documento expedido por órgão oficial com foto (RG, CNH, Carteira de Trabalho, etc)
Atualização de endereço, trabalho, etc.

  • 2° Passo – Pré-triagem

Peso, altura, verificação de pressão arterial, pulso e temperatura;
Uma "picadinha" no dedo para verificar seu hematócrito e/ ou hemoglobina;

  • 3° Passo – Entrevista clínica

É confidencial e o sigilo é absoluto – confie em seu entrevistador e seja sincero;
Você assinará um Termo de Consentimento onde refere ter entendido as informações recebidas, ter respondido com sinceridade ao questionário, concorda com a coleta de sangue e afirma que está ciente de que se houver resultados sorológicos alterados, será chamado pelo serviço de apoio ao doador;

  • 4º Passo – Coleta de sangue

Será realizada a coleta de 450 ml ± 45ml e amostras de sangue para exames obrigatórios por lei;

  • 5º Passo – Lanche

É fornecido lanche acompanhado por líquidos, para repor o volume retirado na doação. Em casa ou no trabalho continue ingerindo bastante líquido.
Observe o que acontece com o sangue doado
Após a coleta, o sangue é separado em seus componentes dentro de 6 a 8 horas, no setor de processamento;

Cada componentes do sangue tem uma finalidade:

Glóbulos vermelhos – servem para tratar anemias;
Plasma (parte líquida do sangue) – serve para tratar hemorragias. Parte do plasma é encaminhado para indústrias que produzem fatores de coagulação, utilizados para tratar hemofílicos;
Plaquetas – servem para tratar ou evitar sangramentos, e em pessoas que fazem quimioterapia.

Doe SANGUE, Doe VIDAS. 

Conhecido como cobreiro a herpes-zóter triplicou em uma década, afetando o público mais idoso. Afeta o nervo da face chamado nervo oftálmico. Ele é causado pelo vírus Varicella zostes, o mesmo da catapora. Tendo possibilidade de 50% de chances de ter a doença na faixa dos 80 anos por terem um sistema imunitário enfraquecido ou pessoas que já tiveram catapora.

Quais os primeiros sintomas?

  • Formigamento e manchas vermelhas na testa
  • Erupção com bolhas, podendo atingir testa e nariz
  • Dormência
  • Inchaço ao redor dos olhos
  • Problema de visão
  • Dor de cabeça
  • Perda de apetite
  • Sensação de mal-estar
  • Febre

Diagnóstico

Pode se identificar pelas erupções cutâneas. Porém pode se diagnosticar com exames de sangue.

Sendo diagnosticado seu tratamento deve ser tratado com urgência, pois pode causar problemas de visão permanentes, como a cegueira. Pessoas com sistema imunológico enfraquecido podem desenvolver complicações após a contração do vírus, são elas: Cicatrização no olho, glaucoma e perda de visão.

Sendo assim, quais são as formas de tratamento?

A forma mais recomendada é o medicamentos antivirais, sendo alguns casos por via intravenosa. É necessário uso de colírio que combatem esteroides, medicamentos anti-inflamatórios e evitar coçar a erupção cutânea.

Prevenção

A prevenção seria manter as vacinas em dia, principalmente contra a varicela, o que pode prevenir e reduzir a gravidade dos casos.

 

Foi realizado um levantamento da prevalência de casos de Giardíase em uma determinada creche no Brasil, identificando uma porcentagem maior que 50% de crianças acometidas pelo parasita Giárdia.
Os parasitas intestinais humanos apresentam-se como um problema sanitário, considerando um elevado aumento de pessoas acometidas, apesar das crianças entre 2 a 5 anos de idade ser o foco da doença, houve um aumento nos casos de adultos também, ocasionando alterações graves no metabolismo.

O que caracteriza essa doença e quais são os sintomas?

A Giardíase é caracterizada por uma infecção intestinal por um parasita microscópico, podendo ou não apresentar sintomas, em casos que não apresentam alterações o parasita permanece no intestino, ocasionando sintomas tardios, casos que são caracterizados por sintomas logo após a contaminação, são caracterizados por:

  • Má absorção de alimentos
  • Náuseas
  • Perda de peso
  • Cólicas abdominais seguidas de diarreias

Dependerá de cada indivíduo os sintomas persistentes, podendo variar de duas a quatro semanas.

Mas afinal, como posso adquiri-la?

A Giardíase pode ser adquirida pela ingestão de cistos maduros, pelas seguintes formas:

  • Alimentos não higienizados corretamente
  • Ingerir água contaminada
  • Contaminação de pessoa para pessoa através de mãos contaminadas
  • Frequentar locais contaminados sem o conhecimento, como: lagos, rios, riachos.

Pessoas vulneráveis à doença

  • Crianças são mais propiciais a entrarem em contato com fezes contaminadas, ainda mais se utilizam fraldas, além de frequentarem banheiros infantis que podem estar contaminados, colocando os próprios profissionais em risco.
  • Indivíduos que não possuem saneamento básico de vida adequado são afetados diariamente, tanto pela ingestão de água contaminada, quanto pela falta do conhecimento da doença, contaminando-se acidentalmente em lagos e rios por exemplo.

Diagnóstico

O médico irá investigar os sintomas apresentados, logo irá solicitar exames de fezes para a comprovação de sua suspeita, além de realizar exames físicos para identificar alguns inchaços no corpo do paciente identificando desidratação, além de relacionar atividades e lugares frequentados nas últimas semanas.

Tratamento

Nesse caso é de extrema importância seguir corretamente as orientações médicas para que a infecção não volte e não haja o perigo de contaminar outras pessoas, dependendo do caso o médico irá prescrever antibiótico ou mesmo um antiparasitário, sem interromper a medicação ou aumentar a dose.

Dicas para prevenção

Mantenha-se sempre atento aos sinais que seu corpo apresenta, em caso de sintomas citados acima procure um médico o mais rápido possível, dentre as dicas atente-se:

  • A lavagem das mãos é a forma mais simples e eficiente para evitar as infecções em gerais, além do uso aconselhado do álcool em gel, antes e após atividades do dia a dia.
  • Certifique-se que a água ingerida no seu cotidiano passou pelo tratamento adequado para seu consumo.
  • Evite locais com antecedências de contaminação de água pelo parasita
  • Estar atento às atividades praticadas pela criança é de extrema importância para evitar esta infecção.

 

 

 

 

O que é a Sífilis?

A Sífilis é ocasionada por uma Infecção Bacteriana, sendo considerada uma DST (Doença Sexualmente Transmissível), o aumento tem preocupado especialistas, que alertam um crescimento significante na ocorrência dessa doença.

No ano de 2010 foram registrados 1249 casos de sífilis adquirida. Em 2015, esse número subiu para 65.878, um aumento de mais de 5.000%, e chegou em 87.593 casos em 2016, segundo o Ministério da Saúde.

Nos casos de sífilis congênita (transmitida da mãe para o bebê durante a gestação ou parto), o número de casos passou de 3.356 em 2016 para 4.139 casos em 2017, um aumento de 23,33%.

 

Há várias manifestações clínicas e diferentes estágio, dentre:

Estágio Primário

  • Geralmente ocasionada por feridas, sem apresentar coceira ou algum tipo de dor, porém pode estar acompanhada de ínguas na virilha, manifestando-se após 10 a 90 dias do contágio.

Estágio Secundário

  • Ocorre a cicatrização da ferida inicial, podendo aparecer manchas pelo corpo todo, sendo muitas vezes confundidas com alergias comuns, que desaparecerão sem tratamento algum. Consequentemente das manifestações, o indivíduo apresentará febre, mal-estar e dores de cabeça.

Estágio de Latência

  • Considerada uma fase assintomática, ou seja, sem sinais ou sintomas, tendo como uma única maneira de constatar a Sífilis: realizando testes Imunológicos.

Estágio Terciário

  • Fase caracterizada por lesões cutâneas, cardiovasculares, neurológicas ou ósseas, podendo ter início prolongado por anos.

 

Como é transmitida?

A Sífilis é transmitida por meio de relação sexual desprotegida com o indivíduo contaminado, ou mesmo, durante a gestação ou parto, acometendo o bebê.

 

Quais são os sintomas?

Caracterizados por dores nos músculos, acompanhados de fadigas e dores de cabeça, além dos sintomas característicos de cada fase citado acima, ou seja, logo em diante não há mais sintomas, podendo assim ocorrer anos mais tarde, acarretada de danos em nossos órgãos.

 

Como é feito o diagnóstico?

O médico irá suspeitar conforme o relato do paciente, dessa maneira solicitará exames específicos, como exemplo os Testes Rápidos para a Sífilis desenvolvidos para a confirmação ou não da doença, assemelham-se bastante com os testes de gravidez e estimam 30 minutos para o resultado preciso.

O diagnóstico pode ser realizado com a identificação da ferida inicial seguido de irritações na pele.

 

Tratamento

A sífilis é tratada com antibiótico, sendo sempre necessário consultar um médico para que aconselhe o tratamento que possua resultados rápidos e eficientes, além de individualizados.

 

Principal prevenção

Manter as relações sexuais sempre protegidas através do uso da camisinha, que irá possibilitar a prevenção de todas as DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis).