O que é o sarampo?

O sarampo é uma doença infecciosa aguda, grave que pode ser transmitida pela fala, tosse e espirro, e extremamente contagiosa, mas que pode ser prevenida através de vacina, que está disponível através do Sistema Único de Saúde (SUS). A doença pode ser contraída por pessoas de qualquer idade.

Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil recebeu em 2016 o registro de eliminação da circulação do vírus do sarampo da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Recentemente o país enfrenta dois surtos de sarampo, em Roraima (200 casos confirmados e 2 mortes) e Amazonas (263 casos). Além disso, alguns casos isolados e relacionados à importação foram identificados em São Paulo, Rio Grande do Sul, Rondônia e Rio de Janeiro.

 

Sintomas

Principais sinais:

  • Febre alta, acima de 38,5°C;
  • Dor de cabeça;
  • Manchas vermelhas, que surgem primeiro no rosto e atrás das orelhas, e, em seguida, se espalham pelo corpo;
  • Tosse;
  • Coriza;
  • Conjuntivite;
  • Manchas brancas que aparecem na mucosa, que antecede de 1 a 2 dias antes do aparecimento das manchas vermelhas.

 

Conheça os sintomas do sarampo por período

Período de infecção: dura cerca de sete dias, onde surge a febre, acompanhada de tosse seca, coriza, conjuntivite e fotofobia. Do 2° ao 4° dia desse período, surgem as manchas vermelhas.

Remissão: caracteriza-se pela diminuição dos sintomas, com declínio da febre. A erupção na pele torna-se escurecida e, em alguns casos pode ocorrer descamação.

Período toxêmico: o sarampo compromete a resistência e pode facilitar a ocorrência de superinfecção viral ou bacteriana. Por isso, são frequentes as complicações, principalmente nas crianças.

Caso ocorra febre por mais de três dias, após o aparecimento das erupções, pode ser um sinal de alerta, pois pode indicar o aparecimento de complicações, sendo as mais simples: infecções respiratórias; otites; doenças diarreicas e neurológicas.

 

Como ocorre a transmissão?

A transmissão do sarampo ocorre de forma direta muito parecida com a gripe, por meio de secreções expelidas ao tossir, espirrar, falar ou respirar. Por isso, o alto poder de contágio. A transmissão ocorre de quatro a seis dias antes e até quatro dias após o aparecimento das erupções.

 

Prevenção

A prevenção contra a doença é feita através da vacinação. Neste ano, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo será realizada entre 6 e 31 de agosto, sendo o dia 18 de agosto o dia de mobilização nacional - o 'Dia D'.

 

Quem pode tomar a vacina?

Crianças de 12 meses a menores de 5 anos de idade: uma dose aos 12 meses (tríplice viral) e outra aos 15 meses de idade (tetra viral).

Crianças de 5 anos a 9 anos de idade que perderam a oportunidade de serem vacinadas anteriormente: duas doses da vacina tríplice.

Para adolescentes e adultos até 49 anos:

  • Pessoas de 10 a 29 anos  -  duas doses da vacina tríplice 
  • Pessoas de 30 a 49 anos  - uma dose da vacina tríplice viral

Quem comprovar a vacinação contra o sarampo conforme preconizado para sua faixa etária, não precisa receber a vacina novamente.

A vacina é disponibilizada gratuitamente em mais de 36 mil salas em todo país através do SUS.

 

Quem não pode receber a vacina:

  • Casos suspeitos de sarampo
  • Gestantes - devem esperar para serem vacinadas após o parto
  • Menores de 6 meses de idade
  •  Pessoas Imunocomprometidas (com doenças que abalam fortemente o sistema imune)

 

Não lembro se tomei a vacina. Devo tomar?

Caso não tenha a carteira de vacinação e não sabe se tomou a vacina ou não, ou se teve a doença no passado, vale tomar a vacina novamente.

 

A vacina tem reforço?

Não. Duas doses valem para a vida inteira. Quem já teve a doença também está protegido.

 

Tratamento

Não existe tratamento específico para o sarampo. É recomendável a administração da vitamina A em crianças que tenham a doença, reduzindo a chance de casos graves e fatais.

Para os casos sem complicação, manter a hidratação, o suporte nutricional e diminuir a hipertermia. Muitas crianças necessitam de quatro a oito semanas para recuperar o estado nutricional que apresentavam antes do sarampo. Complicações como diarreia, pneumonia e otite média devem ser tratadas de acordo com normas e procedimentos estabelecidos pelo Ministério da Saúde

Uma simples atitude faz toda a diferença na vida de uma pessoa.

Doar sangue salva milhares de vidas todos os dias, pensando na importância do doador, a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o dia 14 de junho como o “Dia Mundial do Doador de Sangue”.

Atualmente segundo a OMS, somente 1,8% da população brasileira doa sangue, mas ainda pode melhorar, a meta é chegar aos 3%.

O sangue não tem substituto, dai a importância de conscientizar e sensibilizar novos voluntários e transforma-los em doadores regulares, mantendo os estoques abastecidos.

Com apenas uma doação é possível salvar até quatro vidas. No Brasil, ao ano, cerca de 3,5 milhões de pessoas realizam transfusões de sangue.

 

Saiba quais os requisitos para ser um doador

• Ter 16 anos ou mais, caso seja menor de idade a doação só poderá ser realizada mediante consentimento dos pais ou responsáveis legais. É possível ainda que o Hemocentro solicite a presença dos pais para a doação.

• Ter até 69 anos, 11 meses e 29 dias de idade, sendo que a primeira doação deve ter sido feita antes dos 60 anos;

• Ter peso igual ou superior a 50 kg;

• Estar alimentado, mas evite alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação. Caso seja após o almoço, aguardar duas horas;

• Ter dormido pelo menos seis horas nas últimas 24 horas.

 

Impedimentos temporários para doação.

• Resfriado: aguardar 7 dias após desaparecimento dos sintomas.

• Gravidez

• 90 dias após parto normal e 180 dias após cesariana.

• Amamentação (se o parto ocorreu há menos de 12 meses).

• Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.

• Tatuagem / maquiagem definitiva nos últimos 12 meses.

• Situações nas quais há maior risco de adquirir doenças sexualmente transmissíveis: aguardar 12 meses.

• Qualquer procedimento endoscópico (endoscopia digestiva alta, colonoscopia, rinoscopia etc): aguardar 6 meses.

• Extração dentária (verificar uso de medicação) ou tratamento de canal (verificar medicação): por 7 dias.

• Cirurgia odontológica com anestesia geral: por 4 semanas.

• Acupuntura: se realizada com material descartável: 24 horas; se realizada com laser ou sementes: apto; se realizada com material sem condições de avaliação: aguardar 12 meses.

• Vacina contra gripe: por 48 horas.

• Herpes labial ou genital: apto após desaparecimento total das lesões.

• Herpes Zoster: apto após 6 meses da cura (vírus Varicella Zoster).

• Brasil: estados como Acre, Amapá, Amazonas, Rondônia, Roraima, Maranhão, Mato Grosso, Pará e Tocantins são locais onde há alta prevalência de malária. Quem esteve nesses estados deve aguardar 12 meses para doar, após o retorno.

• EUA: quem esteve nesse país deve aguardar 30 dias para doar, após o retorno.

• Europa: quem morou na Europa após 1980, verificar aptidão para doação através do telefone 0800 550 300.

• Malária: quem esteve em países com alta prevalência de malária deve aguardar 12 meses após o retorno para doar. (critério semelhante ao dos estados brasileiros com prevalência elevada de malária).

• Febre Amarela: quem esteve em região onde há surto da doença deve aguardar 30 dias para doar, após o retorno; se tomou a vacina, deve aguardar 04 semanas; se contraiu a doença, deve aguardar 6 meses após recuperação completa (clínica e laboratorial).

 

Lembrando que todo o processo de doação de sangue em média uma hora.

Para realizar a doação, todo trabalhador tem um dia de folga remunerado garantido por lei pela CLT em cada 12 meses de trabalho.

 

Doe sangue, doe vida!

 

Ministério da Saúde informa que serão vacinadas 54,4 milhões de pessoas, que pertencem a grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias. O Dia D de mobilização nacional será 12 de maio de 2018

O Ministério da Saúde, em conjunto com os estados e municípios, realiza a 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza. A mobilização começa no dia 23 de abril de 2018 e seguirá até 1º de junho, sendo sábado (12 de maio), o dia de mobilização nacional. Ao todo, deverão receber a vacina 54,4 milhões de pessoas que integram os grupos prioritários. Para isso, o Ministério da Saúde adquiriu 60 milhões de doses da vacina, que serão entregues em etapas aos estados.

O anúncio da campanha de vacinação contra gripe deste ano foi feito em coletiva pelo ministro da Saúde, Gilberto Occhi, nesta quarta-feira (18). O Ministério da Saúde está assegurando vacina para 100% do público-alvo da campanha.

O grupo prioritário da campanha são pessoas a partir de 60 anos, crianças de seis meses aos menores de cinco anos, trabalhadores de saúde, professores das redes pública e privada, povos indígenas, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas - e os funcionários do sistema prisional.

Os portadores de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também devem se vacinar. Este público deve apresentar prescrição médica no ato da vacinação. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receberem a vacina, sem a necessidade de prescrição médica.

A escolha dos grupos prioritários segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa definição também é respaldada por estudos epidemiológicos e pela observação do comportamento das infecções respiratórias, que têm como principal agente os vírus da gripe. São priorizados os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

O Ministério da Saúde alerta para que as pessoas se vacinem dentro do prazo da campanha para evitar gripe e seus possíveis agravamentos. É preciso que todos estejam devidamente protegidos antes do inverno chegar, já que a vacina precisa de 15 dias para garantir a proteção.

No dia 12 de maio, quando ocorre a mobilização nacional, estarão abertos 65 mil postos de vacinação, sendo 37 mil de rotina e 28 mil volantes, com envolvimento de 240 mil pessoas. Também estarão disponíveis, para a mobilização, 27 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais.

A vacina contra gripe é segura e reduz as complicações que podem produzir casos graves da doença, internações ou, até mesmo, óbitos. Ela protege contra os três subtipos do vírus da gripe que mais circularam no último ano no Hemisfério Sul, de acordo com determinação da OMS, (A/H1N1; A/H3N2 e influenza B). Neste ano, apenas a cepa da influenza A (H1N1) não foi alterada: A/Michigan/45/2015 (H1N1)pdm09; A/Singapore/INFIMH-16-0019/2016 (H3N2); e B/Phuket/3073/2013.

 

Distribuição de Doses

Desde o dia 9 de abril, as doses adquiridas pelo Ministério da Saúde estão sendo distribuídas aos estados, que são responsáveis pelo repasse aos municípios para a realização da campanha. Até o dia 20 de abril, 17,2 milhões de doses terão sido enviadas aos estados, representando 41% da entrega da campanha. No total, oito remessas de doses foram programadas para o envio até o dia 25 de maio, totalizando 100%.

A distribuição do imunobiológico é feita em etapas, de acordo com a capacidade de armazenamento das vacinas nos estados e municípios. O cronograma de entrega das vacinas segue critérios técnicos, como incidência de casos e óbitos e logística de distribuição para áreas de difícil acesso. O Ministério da Saúde considera que os estados devem priorizar o envio de vacinas aos municípios com maior incidência da doença.

 

Campanha

Neste ano, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza terá como padrinho, o ex-jogador de futebol Pelé, que vai convocar todos os públicos a se vacinarem. A campanha publicitária começa a ser veiculada no próximo domingo (22/04) e continua até o final da mobilização nacional. Com o slogan, “Entre para o time da saúde. Vacine-se contra a gripe e fique protegido”, o Rei do Futebol faz um convite para o grupo prioritário se proteger contra a gripe. A campanha publicitária será exibida em TV aberta, rádio, nos meios impresso (jornais e revistas), mídia exterior (busdoor, placas em ruas e avenidas, abrigo de ônibus, metrô), no meio online (internet e com ações nas redes sociais).

 

Prevenção

A transmissão dos vírus influenza acontece por meio do contato com secreções das vias respiratórias, eliminadas pela pessoa contaminada ao falar, tossir ou espirrar. Também ocorre por meio das mãos e objetos contaminados, quando entram em contato com mucosas (boca, olhos, nariz). À população em geral, o Ministério da Saúde orienta a adoção de cuidados simples como medida de prevenção para evitar a doença, como: lavar as mãos várias vezes ao dia; cobrir o nariz e a boca com lenço descartável ao tossir ou espirrar; não compartilhar objetos de uso pessoal; além de evitar locais com aglomeração de pessoas.

 

Reação Adversa

Após a aplicação da vacina, podem ocorrer, de forma rara, dor, vermelhidão e endurecimento no local da injeção. São manifestações consideradas benignas, cujos efeitos costumam passar em 48 horas.  A vacina é contraindicada para pessoas com história de reação anafilática prévia em doses anteriores ou para pessoas que tenham alergia grave relacionada a ovo de galinha e seus derivados. É importante procurar o médico para mais orientações. 

 

Medicamento

O uso do antiviral Oseltamivir (Tamiflu) está indicado para os casos de síndrome respiratória aguda grave e casos de síndrome gripal com condições e fatores de risco para complicações, de acordo com o Protocolo de Tratamento de Influenza 2015, do Ministério da Saúde. No caso de pacientes com síndrome gripal, sem condições e fatores de risco para complicações, a prescrição do fosfato de Oseltamivir deve ser considerada por avaliação clínica. O tratamento deve ser realizado, preferencialmente, nas primeiras 48h após o início dos sintomas.

Todos os estados estão abastecidos com o medicamento e devem disponibilizá-lo de forma estratégica em suas unidades de saúde. Desde o início deste ano, foram enviados 7,3 milhões de unidades do medicamento Oseltamivir aos estados, que estão devidamente abastecidos. Cabe aos estados, Distrito Federal e os municípios a responsabilidade pelo armazenamento, distribuição e dispensação do medicamento.

 

Casos Da Doença 

Em 2018, até 14 de abril, foram registrados 392 casos de influenza em todo o país, com 62 óbitos. Do total, 190 casos e 33 óbitos foram por H1N1. Em relação ao vírus H3N2, foram registrados 93 casos e 15 óbitos. Ainda foram registrados 62 casos e 6 óbitos por influenza B e os outros 47 casos e 8 óbitos por influenza A não subtipado.

No mesmo período de 2017, foram registrados 394 casos e 66 óbitos por influenza no país. Desse total, 25 casos e 7 mortes foram por H1N1; 244 casos e 30 óbitos por H3N2; 81 casos e 24 óbitos por influenza B; e 44 casos e 5 mortes por influenza A não subtipada. Em todo o ano de 2017, foram registrados 2.691 casos e 498 óbitos por influenza. 

O Brasil possui uma rede de unidades sentinelas para vigilância da influenza, distribuídas em serviços de saúde de todas as unidades federadas, que monitoram a circulação do vírus influenza por meio de casos de síndrome gripal (SG) e síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

A OMS estima que cerca de 1,2 bilhão de pessoas no mundo apresentam risco elevado para complicações da influenza: 385 milhões de idosos acima de 65 anos de idade, 140 milhões de crianças, e 700 milhões de crianças e adultos com doença crônica. Em populações não vacinadas, a maioria das mortes por influenza sazonal é registrada em idosos.

 

Fonte: Ministério da Saúde

Certamente, você já ouviu alguém dizer que uma boa alimentação é um santo remédio. E é verdade! Uma dieta nutritiva e equilibrada contribui para uma vida mais saudável em todos os aspectos. Muitas pessoas, porém, têm dificuldade em manter um cardápio balanceado devido à correria do dia a dia. Mas certos alimentos não podem faltar. Por isso, é essencial estar atento àquilo que você põe no prato. Vamos começar falando sobre os 10 vegetais indispensáveis à sua dieta?

Rechear o cardápio com alimentos nutritivos reduz a vulnerabilidade a doenças e ajuda a manter o corpo em forma. Confira a seguir quais são os 10 vegetais indispensáveis à sua dieta e por que fazem parte desse seleto grupo. Mas lembre-se sempre: para manter a saúde em dia, é fundamental consultar regularmente seu médico!

 

Agrião

É mais comum usarmos a alface como folha predominante na composição de saladas. Entretanto, se você busca variações, o agrião é uma recomendação a ser considerada - tanto devido ao sabor quanto por sua qualidade nutricional.

O agrião é uma folha muito rica em nutrientes e oferece diversos benefícios à saúde: combate anemia, doenças cardíacas, doenças respiratórias e até o câncer. Além disso, ajuda a fortalecer o sistema imunológico e a saúde dos olhos e da pele.

Dica: o agrião é mais conhecido por sua presença em saladas, mas também pode ser usado na preparação de sopas e chás.

 

Alho

O alho é muito mais do que um bom tempero. Essa planta é amplamente conhecida por suas propriedades medicinais e utilização no preparo de chás. Um de seus efeitos positivos é o de desintoxicar o organismo e aliviar casos de constipação.

Há várias doenças que podem ser combatidas graças à ingestão regular de alho. Dentre elas, destacam-se bronquite, insônia, neurites e polineurites, parasitas intestinais, câncer e coqueluche.

Dica: sabe aquele famoso mau hálito provocado pelo alho? Uma forma de contornar essa questão é mascar cravos da Índia após a refeição. Eles reduzem o odor do alho.

 

Beterraba

Um dos ingredientes que ajudam a adocicar a salada, a beterraba é um alimento bastante poderoso. Em sua raiz, está concentrada grande parte dos nutrientes nela presentes.

A beterraba previne uma série de problemas de saúde, dentre os quais anemia, alguns tipos de câncer, tosse, coqueluche e males do fígado. Vale destacar também seu potencial na redução dos níveis de colesterol e, consequentemente, na melhora da saúde dos vasos sanguíneos.

Outros benefícios da beterraba são o seu efeito diurético, laxante e tonificante, que contribuem bastante para que se tenha mais disposição no dia a dia.

Dica: a beterraba vai bem não apenas no preparo de saladas. O suco de beterraba é um bom exemplo de utilização desse vegetal.

(Você sabia que o suco de beterraba é um dos segredos de atletas olímpicos?)

 

Brócolis

Versátil e saboroso, o brócolis é um vegetal bastante utilizado no preparo de saladas e vai bem também refogado. Os fitoquímicos presentes nessa planta são poderosos protetores do organismo contra o aparecimento de cânceres. Essas substâncias também são benéficas para pessoas que sofrem de gastrite e úlcera estomacal.

O brócolis é conhecido, ainda, por seu efeito calmante, laxante, antianêmico e tonificante.

Dica: pessoas que sofrem com problemas de gases devem evitar a ingestão excessiva de brócolis, pois o vegetal intensifica a sua produção.

 

Cebola

Um dos alimentos mais utilizados para temperar as mais diversas receitas é também um poderoso aliado da sua saúde. A cebola ajuda a combater anemia, câncer, gripe, obesidade, rachaduras da pele, colesterol alto, insônia e reumatismo. Possui também efeito positivo contra males do aparelho urinário e circulatório, da próstata e da tireoide.

Dica: a cebola funciona muito bem como substituta de temperos industrializados que, geralmente, possuem quantidades excessivas de sódio.

 

Cenoura

Poucos legumes são tão nutritivos e saudáveis quanto a cenoura. Esse alimento é utilizado desde o preparo de uma salada até bolos e um bom molho à bolonhesa.

A cenoura auxilia na circulação e tem ação efetiva contra o câncer, anemias, asma e diarreia. Além de combater doenças, esse vegetal contribui para a manutenção da saúde dos olhos, pele e mucosas. É também um grande aliado da saúde bucal, pois mastigar a cenoura crua limpa os dentes e ajuda no desenvolvimento dos músculos da mastigação.

Dica: gestantes e lactantes não devem abrir mão da cenoura. O vegetal aumenta o volume sanguíneo e, por consequência, eleva a produção de leite.

(Leia também: Distúrbios ginecológicos: conheça os sintomas e tratamentos)

 

Espinafre

Se o espinafre dava toda aquela força para o Popeye, não é de se espantar que esse vegetal seja recomendado para uma dieta equilibrada.

O espinafre é benéfico ao organismo por uma série de razões. Ele mantém pele, cabelos e músculos saudáveis e atua na prevenção do câncer e aparecimento de asma.

Dica: o espinafre é especialmente positivo para pessoas diabéticas. Um antioxidante presente no alimento reduz os níveis de glicose e aumenta a sensibilidade à insulina.

 

Inhame

O inhame (ou cará) não é exatamente o vegetal mais frequente na mesa dos brasileiros. Se você também não é um fã do inhame, talvez seja o momento de dar uma chance a ele.

Recentemente, o inhame foi recomendado na prevenção de doenças como dengue e febre amarela – especialmente preocupantes em algumas regiões do Brasil. Esse vegetal também fortalece o sistema imunológico e é um aliado poderoso no combate à acne e verrugas.

Dica: o inhame está presente em várias receitas de baixa caloria. Conheça algumas delas.

 

Milho

Na salada ou em outras preparações, o milho é um dos vegetais que conquistaram os brasileiros. Ele compõe refeições de forma exemplar e seu alto teor de carboidratos faz dele uma boa fonte de energia.

Os nutrientes presentes no milho ajudam a regular o sistema nervoso e o aparelho digestivo. Também combatem a degeneração muscular, protegem o sistema reprodutor e são eficazes contra artrite e caxumba.

Dica: a pipoca é uma boa opção para quem deseja fazer um lanche saudável e saboroso. Um cuidado a se tomar é não exagerar no sal e na manteiga.

 

Repolho

Certamente, você já ouviu falar que laranja e limão são boas fontes de vitamina C, não é mesmo? Pois o repolho está entre os vegetais que também se destacam por ser muito rico nesse nutriente. A vitamina C atua no combate a gripes, resfriados e doenças graves como a pneumonia.

O repolho branco inibe o surgimento da tuberculose e reduz a sensação de cansaço. Já o repolho roxo ajuda na produção de hormônios e tem propriedades anticancerígenas.

Dica: procure fazer combinações de repolho branco e repolho roxo para explorar os diferentes benefícios desses alimentos.

Higiene é muito importante

Se a boa alimentação é um dos pilares da vida saudável, os cuidados com a higiene também são. Essa preocupação com a assepsia é fundamental no manuseio de verduras e legumes. O primeiro passo é lavar esses alimentos inteiros em água corrente.

Em seguida, você deve deixá-los de molho por cerca de 15 minutos em uma vasilha de vidro ou louça com água e cloro (ou água sanitária). A proporção recomendada é uma colher de cloro para um litro de água. Esse procedimento elimina boa parte das bactérias presentes nos alimentos.

Diferença importante no manuseio de verduras e legumes:

As verduras ficam mais bem higienizadas quando lavadas folha por folha. Já para os legumes, você pode utilizar uma escova para deixá-los livres de impurezas.

Explore o universo de vegetais

Os alimentos apresentados neste artigo são especiais por suas propriedades e efeitos positivos sobre a saúde. No entanto, nossa recomendação é que você não se restrinja à seleção que fizemos. Claro que os 10 vegetais indispensáveis ajudarão a manter sua dieta saudável, mas a dica é diversificar sempre. Com isso, é possível explorar os benefícios de diversos alimentos e você dificilmente vai enjoar de alguns deles. Conheça agora todos os benefícios da cebola e do alho.

Fonte: Associação Paulista de Medicina

Alho e cebola previnem doenças; descubra quais

Esqueça os temperos prontos, a fama de mau hálito, irritação no olho e forte odor! Alho e cebola sempre estiveram nos pratos dos nossos avós e não era por acaso. Várias pesquisas cientificas comprovaram que eles são funcionais e muito mais do que alimentar trazem inúmeros benefícios para a saúde, desde o fortalecimento do sistema imunológico a doenças mais sérias, como as cardiovasculares. E ainda podem compor uma infinidade de pratos, como sopas, saladas, cozidos e refogados.

Alicina e quercetina contra as doenças cardiovasculares

Segundo pesquisas o alho contém alicina, um composto que aumenta a dilatação dos vasos sanguíneos e, como consequência, ajuda a reduzir a pressão arterial, diminui o mau colesterol (LDL), previne infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Ou seja, o alho é um forte aliado contra as doenças cardiovasculares.

Pode-se dizer o mesmo da cebola. Ela tem função vasodilatadora e cardioprotetora por conta quercetina. Uma substância que também é encontrada na maçã, mas o corpo humano consegue absorver 30% mais da cebola comparando com a fruta. Tem ainda a glucoquinina, que ajuda a controlar a diabetes, mas só é liberada quando a cebola é consumida crua e triturada, por exemplo, em sucos naturais. E tem mais: ela é fonte de fibras, vitaminas (A, C e E), cálcio, previne anemia, resfriados e combate os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento.

Alho e cebola emagrecem?

Não sozinhos. A perda de peso engloba uma série de fatores e só acontece com uma alimentação equilibrada aliada a pratica regular da atividade física. Alguns alimentos podem contribuir. A cebola é fonte de fibras, que ajuda no funcionamento do intestino. Já o alho é termogênico, isto é, estimula o metabolismo e prolonga a sensação de saciedade.  Ou seja, você pode incluir sim na sua dieta, mas sem exageros.

Grávidas devem evitar 

Eles podem agravar o refluxo ácido em algumas grávidas. Se você já estiver sofrendo desse problema, evite o alho e a cebola durante a gravidez. Caso não tenha, pode consumir e apenas em quantidades moderadas.

Agora, se você está amamentando, o leite terá outro odor. Estudos apontam que alguns bebês podem rejeitar o leite materno quando você utiliza muito alho e cebola. Enquanto outros podem gostar do sabor. Por isso, vale observar o filhote e não exagerar nesses vegetais até descobrir as reações dele a determinados alimentos.

A cebola e o alho podem atacar a gastrite

Verdade! A gastrite é uma inflamação da parede do estômago e acontece quando a acidez aumenta a ponto de agredir o órgão. O alho e a cebola crus e em excesso são capazes de irritar a mucosa do estômago. Por isso, quem possui problemas gástricos graves e já diagnosticados deve evitar. Se for o caso, agende uma consulta com um gastroenterologista para acompanhamento e saber se pode incluir esses alimentos no seu cardápio.

Para quem não tem problemas, o alho pode até ajudar na digestão, já que ele atua prevenindo inflamações estomacais e intestinais, conseguindo, inclusive, eliminar as bactérias maléficas do organismo. Um truque para melhor digestão do vegetal é retirar aquele brotinho interno antes do consumo.

Chá com alho para gripes e resfriados

É comum ouvir que chá com alho faz bem para a gripe. O que acontece é que o alho tem ativos que ajudam a fortalecer o sistema imunológico e a aliviar alguns sintomas da gripe, como tosse e descongestionando as vias respiratórias. Muito se fala também da cebola com açúcar para diminuir a tosse. Assim como o alho ela pode ajudar a aliviar os sintomas. Em ambos casos, consulte o médico antes de ingerir qualquer tipo de remédio caseiro, pois ainda faltam estudos científicos que comprovem esses benefícios.

Como armazenar

A cebola e o alho devem ser mantidos em local seco, bem ventilado e escuro, longe da geladeira se estiverem com casca. As cebolas brancas duram menos tempo do que a roxa, mas, em média, elas se mantêm de três a cinco semanas sem precisar de refrigeração. Enquanto o alho dura, em média, de duas a quatro semanas. Se você vai picar ou ralar para usar no dia a dia, aí sim precisa manter em geladeira, em um recipiente tampado ou coberto por filme plástico. Dessa forma, eles podem durar até três dias.

Como e quando consumir

A quantidade faz toda a diferença na alimentação e nada em excesso vai aumentar os benefícios. Muito pelo contrário, pode ser prejudicial para a saúde.

Cebola = 2 colheres de sopa grande (50 gramas) por dia

Alho = 2 dentes médios (2 a 5 gramas) por dia

A única maneira de manter a alicina é consumir o alho cru. Quando é assado, cozido, ou refogado, as altas temperaturas fazem com que ele perca essa propriedade. Corte, triture, esmague e use em preparações como patês e pastas. Mas ele tem outros compostos que não são inativados durante o cozimento, por isso pode ser usado para temperar o arroz e feijão ou alguma proteína, como carne, frango e peixe.

E o mesmo serve para a cebola. Como já foi dito, ela mantém a glucoquinina e a quercetina quando é consumida crua, batida, por exemplo, em sucos, ou fatiada para acompanhamento em saladas. Quem não gosta, pode consumir cozida ou refogada – o ponto certo da cebola refogada é quando ela fica translúcida na panela.

VALE LEMBRAR: quem gosta da cebola e alho fritos deve ter atenção a forma de preparação e ao tipo de óleo utilizado. Todo mundo sabe que em excesso a gordura é uma das vilãs da alimentação, contribui para o aumento do mau colesterol e para o aparecimento de outras doenças, principalmente as cardíacas. Então, se você está em busca de uma alimentação mais saudável ou tem alguma doença que pode ser controlada com ajustes na alimentação, vale agendar uma consulta com um nutricionista ou nutrólogo. Dessa forma você evita ou substitui o óleo e encontra outras formas de refogar o alho e a cebola.

O mau hálito fica como?

Tem gente que evita esses alimentos por conta do mau hálito, mas alguns truques podem fazer o forte odor desaparecer, sem perder o teor nutritivo.

Cebola – deixe cerca de meia hora de molho em água ou azeite extra virgem antes de consumi-la. E para quem “chora” na hora de descascá-la, vale fazer todo o preparo em água corrente. 

Alho – maçã, espinafre e salsa têm alto teor de polifenóis e ajudam a minimizar o sabor forte do alho. Para tirar o odor das mãos, lave com água e bicarbonato de sódio.

Hortelã – beber um chá de hortelã ou mascar algumas folhinhas frescas in natura ajudam a minimizar o mau hálito provocado por esses vegetais.

E, claro, escovar os dentes e usar um enxaguante após a ingestão.

Varie na cozinha!

A cebola roxa é da mesma família da cebola branca, mas contêm compostos diferentes. A cor roxa vem de um pigmento chamado antocianina, que é antioxidante e protege dos radicais livres. Outro benefício é que a cebola roxa contém muito mais quercetina do que a branca.

Já em relação ao alho negro, ele oferece um teor nutritivo muito mais alto do que o branco, por conta de um processo de fermentação e maturação natural, tanto do sabor quanto da cor. É antioxidante, fonte de vitamina C e proteínas. Pode ser usado como antisséptico, antibiótico e expectorante. Vale experimentar!