Cuidar dos dentes não é apenas uma questão de estética, mas também de saúde, seu hábito regular propicia uma qualidade de vida significante, dessa maneira a boca deve ser vista como a vitrine da saúde do nosso corpo.

 

O coração possui extrema importância, bombeando o sangue, distribuindo oxigênio e nutrientes para todo o organismo, dessa forma merece atenção para seu bom funcionamento, devendo adotar medidas de prevenções.

 

Afinal, qual a relação?

A saúde Bucal e as doenças cardíacas estão associadas pela disseminação de bactérias devido ao descuido com a limpeza na região Bucal, dessa forma ocorre à manifestação de germes e bactérias, espalhando-se para outras áreas do corpo através da corrente sanguínea.

Onde poderá disseminar-se?

As bactérias ou mesmo os germes se aderem ao músculo do coração, por exemplo, lesionando e causando inflamação. Ou também, poderá provocar acidentes Cardiovasculares.

 

Conheça as doenças mais graves causadas pela má higiene bucal

Gengivite

A gengivite é a inflamação da membrana Gengival, que conforme seu progresso afetam os ossos que sustentam os dentes, formada por uma placa aderente, com isso, uma pessoa que possui a Gengivite ao passar o fio dental ou mesmo na escovação pode ocorrer o sangramento, caindo bactérias em sua corrente sanguínea.

 

Sintomas

  • Vermelhidão
  • Sangramento Gengival
  • Odor desagradável
  • Inchaço

 

Endocardite Bacteriana

Decorrente da Gengivite, a Endocardite Bacteriana é uma doença que causa inflamação na membrana que reveste a parte interna do coração e as válvulas cardíacas.

No caso de má higiene bucal, pode acontecer das mais de 150 milhões de bactérias presentes na saliva caírem na corrente sanguínea, levando a endocardite.

Estima-se que cerca de 150 mil brasileiros sofram do problema anualmente.

 

Sintomas

  • Dor torácica,
  • Perda de peso repentina,
  • Sangue na urina,
  • Febre persistente,
  • Fraqueza,
  • Frequência cardíaca oscilando entre moderada e acelerada,
  • Suor noturno e tosse constante.

 

Quem corre esse risco?

Pessoas que possuírem algum tipo de doença crônica como gengivite ou mesmo aqueles que possuem uma saúde bucal precária, principalmente se ela não for devidamente diagnosticada e possivelmente tratada, irá aumentar consequentemente sua virulência e sua gravidade.

 

Quais as dicas para uma boa higienização Bucal?

  • Escovar os dentes no mínimo 3 vezes ao dia.
  • Usar fio dental diariamente.
  • Usar enxaguante Bucal com flúor, caso recomendado.
  • Uma escova adequada, com cerdas macias e a cabeça pequena para que alcance facilmente todas as áreas da boca, dentes posteriores por exemplo.

Além das dicas essenciais descritas anteriormente, é necessário uma postura Pró Ativa com exames regulares, mantendo seu sorriso saudável, limpo e bonito por toda sua vida.

 

As mulheres produzem desde o útero materno os hormônios sexuais estrogênio e progesterona, e quando elas entram na puberdade esses hormônios são produzidos em grandes quantidades.

Hoje em dia as meninas tem sua primeira menstruação por volta dos 12 ou 13 anos e se mantém até os 45 ou 55 anos, quando tem início a menopausa, que pode acontecer antes dessa idade, quando é denominada como menopausa precoce ou após os 55 anos quando é chamada menopausa tardia.

A menopausa é caracterizada após 12 meses consecutivos sem menstruar. Isso acontece porque os ovários interrompem a produção dos hormônios. Antes de parar totalmente a menstruação, normalmente a mulher apresenta oscilações entre os ciclos e começa demonstrar sintomas, esse período de transição até a menopausa é chamado de climatério.

 

Sintomas

  • Ondas de calores extremos;

  • Alterações no ciclo menstrual;

  • Sudorese;

  • Insônia;

  • Ressecamento da pele e vaginal;

  • Diminuição ou perda de libido;

  • Perda de massa óssea (osteoporose);

  • Aumento do risco cardiovascular;

  • Tendência a desenvolver depressão.

 

É importante procurar um profissional ginecologista para acompanhar a alteração hormonal. Caso apresente sintomas de depressão o ideal é buscar ajuda de um psicólogo.

 

Diagnóstico

O diagnóstico da menopausa é constado pela mulher quando tem sintomas que ocorrem no climatério, sendo o principal a interrupção ou alteração na menstruação.

Normalmente quando apresentam os sintomas, as mulheres buscam ajuda de um profissional para então diagnosticar se de fato entrou na menopausa. É comum o médico solicitar exames hormonais para confirmação.

 

Tratamento

O tratamento para a menopausa tem variações de acordo o paciente. Por isso, é necessário avaliar as condições físicas de cada um para escolher o tratamento adequado para cada mulher.

A terapia de reposição hormonal é o tratamento mais comum, pode diminuir em até 75% os sintomas de ondas de calor. É feito através da reposição do estrógeno ou combinado com a progesterona. Esse método pode ser realizado através de comprimidos, adesivos ou géis, dependendo da indicação que é feita pelo médico.

É indicado que o paciente busque um profissional para indicar o melhor tratamento, pois ele avaliará se existe contra indicações, como exemplo casos de câncer de mama, de endométrio e trombose no histórico familiar.

 

Hábitos saudáveis podem amenizar os sintomas, confira:

Pesquisas mostram que um estilo de vida saudável, com alimentação balanceada e a prática de exercícios podem aliviar os sintomas do climatério.

Evitar o tabagismo, pois além de doenças respiratórias ele pode antecipar a ocorrência da menopausa em um a dois anos.

O consumo de alimentos ricos em cálcio pode ajudar a minimizar a chance de osteoporose, que pode vir acontecer em decorrência da menopausa.

 

Conheça alguns mitos e verdades sobre a menopausa

 

Se a mulher teve a primeira menstruação cedo, a última delas vai ser cedo também?

Mito. A única relação é genética, sendo assim, período em que a paciente vai entrar na menopausa pode ser parecido com o que a mãe passou.

 

O tratamento de reposição hormonal reverte sintomas do climatério?

Verdade. A terapia hormonal segundo especialistas é o mais eficaz. Ajuda melhorar a pele, proteger os ossos e o coração, além de diminuir a secura vaginal.

 

Podem ocorrer sangramentos durante o tratamento de reposição hormonal?

Verdade. Pode ser um efeito colateral quando ainda está avaliando a dosagem certa. Esse efeito tente a melhorar com o tempo de uso do medicamento.

 

A mulher que tomou pílula anticoncepcional por um longo tempo demora mais para entrar na menopausa?

Mito. O anticoncepcional não influencia na data de início do climatério e da menopausa.

A Infecção do Trato Urinário é conhecida popularmente como infecção urinaria.  Essa é a infecção mais comum que existe e é causada por uma infecção bacteriana que pode ocorrer em qualquer parte do sistema urinário, como bexiga, rins e uretra. É mais comum na parte inferior do trato urinário, na bexiga e a uretra.

Afeta principalmente as mulheres entre os 20 e 40 anos e as grávidas. Pelo menos 30% das mulheres vão ter a infecção em algum momento. Nos homens acontece com mais frequência na infância e depois dos 55 anos.

 

A infecção é dividida em 3 tipos, confira as causas e os sintomas de cada uma.

 

Cistite: Infecção na bexiga        

A cistite é a infecção bacteriana na bexiga ou no trato urinário inferior. Acontece quando as bactérias passam pela uretra e chegam até a bexiga. Causada por um tipo de bactéria chamada Escherichia coli. A relação sexual também pode levar à cistite, mas você não precisa ser sexualmente ativo para desenvolvê-la.

Sintomas:

  • Vontade frequente de urinar, mas em pouca quantidade;
  • Ardência e dor ao urinar;
  • Presença de sangue na urina;
  • Urina turva com cheiro intenso e desagradável;
  • Dor abdominal ou sensação de peso no fundo da barriga;
  • Febre de 37,5 a 38ºC.

 

Uretrite: Infecção na uretra

É na inflamação ou infecção da uretra, o canal que transporta a urina da bexiga para fora do corpo. São causadas por bactérias do trato gastrointestinal, mas pelo fato da uretra nas mulheres estar mais próxima da vagina, algumas infecções como herpes, gonorreia e infecção por clamídia também podem levar à uretrite. Normalmente acomete mais os homens do que as mulheres.

Sintomas:

  • Dor ou ardor para urinar;
  • Secreção;
  • Urinar com frequência e urgência;
  • Nos homens pode causar dor durante o ato sexual.

 

Pielonefrite: infecção nos rins

A infecção renal (pielonefrite) é um tipo de infecção do trato urinário que geralmente começa na uretra ou bexigas e em casos mais graves acaba chegando aos rins. Se não for tratado adequadamente, pode prejudicar permanentemente seus rins ou pode se espalhar e causar uma infecção mais grave, já que pode chegar até a corrente sanguínea. Pode ser decorrente de uma cistite mal tratada.

Sintomas:

  • Dor forte na região da barriga, lombar ou virilha;
  • Dor ou queimação ao urinar;
  • Presença de pus ou sangue na urina;
  • Vontade frequente para urinar;
  • Calafrios e febre acima de 38,5º C;
  • Pode ter enjoo e vômitos.

 

Sintomas de infecção urinária no bebê

Nas crianças mais novas ou nos bebês os sintomas podem ser diferentes como:

  • Irritabilidade frequente;
  • Diminuição do apetite;
  • Choro ao urinar;
  • Urina com cheiro intenso e com cor mais escura;
  • Febre acima de 37,5ºC.

 

Tratamento

O tratamento varia de acordo com o tipo de cada infecção e sua gravidade. Geralmente, o tratamento é feito à base de antibióticos. Mas o médico também poderá receitar analgésicos para aliviar a dor e a ardência ao urinar. Também pode variar de acordo com a frequência que o paciente apresenta esses quadros de infecções.

 

Caso sinta algum sintoma, procure imediatamente um médico urologista, ginecologista ou um clínico geral para identificar e tratar corretamente.

A pele é o maior órgão do corpo humano e tem como função fazer interação do corpo com o ambiente externo e é ela quem sofre com fatores ambientais.

O Sol e suas radiações podem trazer benefícios, mas também podem ser prejudiciais à pele, e se não tomarmos alguns cuidados diariamente os efeitos podem ser irreversíveis em longo prazo.

Só no Brasil, o câncer de pele atinge milhares de pessoas todos os anos. Segundo a SBD – Sociedade Brasileira de Dermatologia - esse tipo de câncer é considerado o mais frequente no país, correspondendo a 33% dos casos.

Por isso proteger-se do Sol é importante, não só para evitar queimaduras, mas também para prevenção de doenças como o câncer.

 

Problemas causados pelo excesso de exposição ao Sol

Queimaduras

Os raios solares podem provocar queimaduras na pele, e a incidência é maior em pessoas de pele clara. Elas podem ser caracterizadas por vermelhidão ou até bolhas, dependendo do grau, provocando ardência, coceira ou dor no local atingido.

Melasmas

Melasma é caracterizada pelo surgimento de manchas escuras na pele, principalmente, pelo excesso de exposição solar. Normalmente aparecem com mais frequência nas mulheres.

Envelhecimento precoce

A exposição excessiva ao sol sem proteção é capaz de acelerar o envelhecimento da pele. Isso porque, os raios solares danificam as fibras de colágeno e elastina, provocando rugas e manchas.

Acnes

A exposição solar de forma exagerada faz com que a pele produza mais sebo e, assim, fique propícia para o crescimento de bactérias e fungos responsáveis pelo aparecimento das espinhas. Nesses casos, é indicado lavar o rosto com usar um protetor solar sem óleo, como os em gel.

Câncer de pele

A doença é provocada pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Existe mais de um tipo da doença, os mais comuns são os carcinomas basocelulares e os espinocelulares. Mais raro e letal que os carcinomas, o melanoma é o tipo mais agressivo de câncer da pele.

Pintas, lesões elevadas, pintas assimétricas e irregulares ou manchas e feridas que não cicatrizam podem caracterizar o começo de um câncer. É fundamental procurar ajuda médica caso apresente algum desses sintomas.

 

Confira algumas dicas importantes para proteger-se do Sol

  • Usar protetor solar diariamente

A maioria das pessoas só usa protetor solar quando vai à praia, ao clube ou se expor por um período maior. Devemos criar o hábito de usar o protetor todos os dias antes de sair de casa, assim como escovamos os dentes, pois mesmo em dias nublados há exposição aos raios solares.

Lembrando que deve ser reaplicado ao longo do dia, principalmente se fizer atividades que façam transpirar.

 

  • Como escolher o fator ideal do protetor solar

A SBD recomenda um fator mínimo de 30. A pessoa deve escolher o protetor de acordo com tom de pele, por exemplo, quem tem pele clara, se queima mais fácil, é recomendado um FPS de 50 para cima. Se o período de exposição ao Sol for longo, como atividade externa, passeios em clubes ou praias, deve-se escolher um fator acima de 50, mesmo para tons de pele mais escuros.

Lembre-se, para as crianças deve ser usado um protetor solar infantil, pois ele a formulação é adaptada para o tipo de pele mais delicada.

 

  • Acessórios para proteção

É recomendado o uso de acessórios complementares aos protetores, como óculos escuros, bonés, chapéus, sombrinhas e também guarda-sol quando estiver em praias ou em clubes.

 

  • Controle a exposição ao Sol

Entre as 10 e as 14 horas é o período em que a radiação UVB está mais intensa. Atualmente, a maioria dos filtros possui fator contra os raios UVA e UVB, mas nenhum garante 100% de proteção. Portanto, se durante esse horário você estiver na praia, piscina ou até mesmo praticando alguma atividade ao ar livre, o recomendável é não abusar do sol.

Por isso proteger-se do Sol é importante, não só para evitar queimaduras, mas também para prevenção de doenças como o câncer.

 

A enxaqueca (ou migrânea) é um dos mais de 150 tipos de cefaleia, conhecida popularmente como dor de cabeça. É uma dor crônica que tem como característica principal a dor latejante em um ou nos dois lados da cabeça.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, cerca de 15% da população sofre com enxaqueca, atinge 30 milhões de pessoas somente no Brasil, e a prevalência é maior entre as mulheres. A enxaqueca é um dos problemas mais incapacitante do mundo.

A crise de enxaqueca tem um tempo de duração definido, entre quatro horas a três dias. Quando se conhece o que desencadeia as crises, existe um controle maior.

 

Causas

  • Ficar sem comer durante um longo tempo pode gerar uma queda na taxa de açúcar do sangue e provocar a produção de substâncias que causam dor;
  • Preocupações excessivas, ansiedade, tensão e estresse;
  • Dormir mal. Dormir pouco, dormir muito, demorar para pegar no sono, acordar no meio da noite, ir dormir e acordar muito tarde são possíveis desencadeantes de dor de cabeça;
  • Ciclo hormonal. As crises de enxaquecas nas mulheres tendem a ser mais concentradas no período menstrual ou pré-menstrual;
  • A irritabilidade aparece normalmente junto com uma crise de enxaqueca, mas também pode ser um motivo gerador de novas dores;
  • Excesso de cafeína, chocolates, e até mesmo analgésicos que contenham cafeína podem provocar enxaqueca;
  • Falta de exercícios físicos. Realizar exercícios torna o organismo mais saudável e mais resistente à dor;
  • Uso excessivo de analgésicos pode tornar crônica ou piorar a enxaqueca, tornando-a mais resistente e mais frequente;
  • Causas genéticas. Deve-se reconhecer rapidamente a enxaqueca em filhos de pessoas que sofrem com a enxaqueca, para que ela possa ser tratada adequadamente, preventivamente, evitando que as crises apareçam e que a enxaqueca se desenvolva até um estágio crônico.

 

Sintomas

As pessoas que tem enxaqueca costumam apresentar os seguintes sintomas:

  • Dor latejante de um lado da cabeça (pode ser dos dois), de intensidade moderada a forte;
  • Incômodo com a luz e o barulho;
  • Náuseas e perda de apetite;
  • Tonturas e tremores;
  • Podem ocorrer também alterações na vista como pontos luminosos e escuros que antecedem ou acompanham as crises de dor.

 

Tratamento

O tratamento da enxaqueca é divido em tratamento preventivo, para se evitar que venha a dor de cabeça, e o tratamento agudo, para tratar a crise no momento em que ela aparece.

Estes podem ser medicamentosos ou não. É essencial evitar a automedicação o uso excessivo de analgésicos, pois podem interferir no tratamento. Procure um especialista para analisar e indicar um tratamento individualizado.